Categoria: Cuidados

Algumas doenças são comuns para humanos e cachorros e a catarata é uma delas. Sendo uma incapacitante doença de visão, a catarata pode afetar seriamente a qualidade de vida do seu cachorro, podendo, inclusive, causar riscos para a sua segurança. Informar-se sobre a doença ainda é o melhor jeito de ajudar seu melhor amigo e, por isso, confira a seguir todas as informações sobre a catarata em cães.

Catarata em cães: O que é?

Assim como acontece com a visão humana, a visão canina pode sofrer com a catarata quando o fino tecido da lente canina sofre uma degeneração.

Quando isso acontece, essa lente perde a transparência, dificultando ou mesmo impedindo a passagem de luz. Com isso, não há como acontecer a formação total de imagens porque os estímulos visuais não chegam em outras partes do olho com eficiência, impedindo a transmissão pelo nervo ótico.

Quais as causas?

Basicamente, algumas raças de cães possuem mais predisposição genética a desenvolver esse tipo de problema ocular. As raças de porte menor, como poodle e yorkshire, tendem a sofrer mais, mas outras raças como cocker spaniel e golden retriever.

A idade também é um fator, já que com o passar dos anos pouco a pouco o organismo canino vai se deteriorando. Dentre as áreas afetadas pode estar a lente canina, fazendo com que ela termine opaca.

A diabetes canina e algum tipo de lesão ou trauma são outros fatores de risco que contribuem para a ocorrência dessa doença mesmo quando não há qualquer indicação genética.

Quais os sintomas?

Em um estágio mais avançado, os sintomas da catarata em cães são bastante pronunciados: olho com aspecto esbranquiçado ao redor e azulado no centro, dificuldade de locomoção do animal e perda total da visão.

Em estágios iniciais, entretanto, os sintomas são mais amenos e incluem, por exemplo, o animal começar a esbarrar mais frequentemente em itens pela casa. Isso se dá devida à gradual dificuldade em enxergar que o animal vai experimentando.

Como tratar?

A catarata canina não tem cura e por causa disso só pode ser tratada com cirurgia. Esse tipo de cirurgia inclui a remoção da lente danificada, que pode ou não acabar sendo substituída por outra.

De qualquer forma, mesmo com a cirurgia não é possível devolver ao cão uma visão totalmente recuperada. Apesar disso, quanto antes a doença for diagnostica melhores tendem a ser os efeitos da cirurgia, até porque mais fácil se torna a recuperação.

O problema desse tratamento, entretanto, é que os cães tendem a desenvolver inflamações pós-cirúrgicas e, com isso, o pós-operatório é fundamental para o sucesso do tratamento.

Como prevenir?

Como a maior parte dos casos possui fundo hereditário a prevenção não é exatamente uma possibilidade. Ainda assim, é sempre importante levar o seu cãozinho para consultas frequentes com o veterinário.

Assim, embora não seja possível evitar ou retardar o aparecimento da doença é possível realizar a cirurgia o quanto antes, garantindo mais qualidade de vida para o seu melhor amigo.

A catarata em cães é uma doença que não possui cura ou prevenção, mas que pode ser tratada com cirurgia para garantir mais qualidade de vida para o seu cachorro. Assim, leve-o sempre ao veterinário e ajude-o a ter uma vida ainda mais confortável.

 

 

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Atualmente no mercado existem muitos medicamentos que prometem acabar com pulgas e carrapatos. Embora isso seja verdade na maioria dos casos, boa partes deles exige aplicação constante e possui ação pouco ou nada prolongada. O Bravecto, por sua vez, é uma exceção a essa regra e é um medicamento que promete semanas ininterruptas de proteção para o seu melhor amigo. Assim, confira a seguir tudo sobre esse medicamento.

Como funciona o Bravecto?

O Bravecto é um remédio contra pulgas e carrapatos que funciona em forma de dose única. Sendo um comprimido mastigável, basta dar ao seu animal de estimação para que ele fique protegido contra a infestação de pulgas e carrapatos.

A ingestão de um único comprimido garante cerca de 12 semanas de proteção sem que seja necessário fazer nada a mais. Isso significa que com o fornecimento de apenas um comprimido o animal fica protegido por cerca de 3 meses.

Além disso, esse medicamento também é resistente a banhos frequentes. Como atua de dentro para fora no organismo do animal, esse medicamento não sofre qualquer influência em sua eficácia se você decidir dar banho em seu cachorro todas as semanas, por exemplo.

A sua atuação é eficaz porque ele conta com ação inseticida e acaracida, combatendo as formas mais comuns de pulgas e carrapatos.

Dose de acordo com o peso

Como é um medicamento de liberação sistêmica, entretanto, a dose ideal depende do peso do cachorro. Dessa maneira, é preciso considerar primeiro qual o porte do animal para identificar qual a melhor opção a ser dada.

Assim, a classificação divide-se em:

  • Animais de 2 a 4,5 kg: dose única de 112,5mg
  • Animais de 4,5 a 10 kg: dose única de 200mg
  • Animais de 10 a 20 kg: dose única de 500mg
  • Animais de 20 a 40 kg: dose única de 1000mg
  • Animais de 40 a 56 kg: dose única de 1400mg

Com isso, também é importante notar que animais muito jovens não podem utilizar esse medicamento por não terem o peso mínimo de 2 kg. Do mesmo modo, animais de porte muito grande e que estejam enfrentando um quadro de obesidade também não podem ingerir o medicamento sob risco de ineficácia.

Indicações de uso

Respeitado o peso do animal, esse medicamento pode ser utilizado em todos os cachorros em diferentes condições. Isso significa que machos reprodutores podem receber o medicamento, assim como as fêmeas sem que haja qualquer prejuízo para a saúde.

O mesmo vale para fêmeas que estejam gestando ou amamentando filhotes recentemente sem que haja qualquer problema para a saúde da fêmea ou dos filhotes.

Além disso, esse medicamento é especialmente recomendado para animais que ou vivem em áreas externas e que estão mais propensos a sofrerem com as infestações ou que vivem em áreas muito fechadas, como em apartamentos.

O Bravecto é um medicamento antipulgas e carrapatos que garante o máximo de proteção, segurança e conveniência para você e seu animal de estimação. Com uma proteção de 12 semanas, basta dar um comprimido ao animal para que ele fique livre de pulgas e carrapatos.

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Frontline é uma das marcas mais conhecidas quando se fala em produtos antipulgas e de cuidados com cães e gatos. Acompanhando o desenvolvimento das novidades do mercado, a marca atualmente conta com alguns produtos que servem para manter os bichinhos de estimação longe do incômodo que é ter pulgas e carrapatos pelo corpo. Por isso, confira a seguir como usar cada produto e se eles realmente funcionam.

Como usar?

Atualmente, a linha Frontline conta com três produtos diferentes: Plus, Topspot e Spray.

Cada um desses produtos possui indicações distintas e que devem ser seguidas para garantir um uso seguro e eficiente. Dessa maneira, confira como usar cada um deles:

Plus

O produto da linha Plus serve para garantir proteção e, de quebra, controlar a infestação. Esse produto age de maneira a quebrar o ciclo de reprodução desses animais.

Em formato de pipeta, esse medicamento deve ser aplicado em todo o pelo do animal para garantir que o seu bichinho fique livre de pulgas e carrapatos.

A aplicação deve ocorrer de acordo com o peso do cachorro, já que quanto mais pesado ele for, maior deve ser a concentração do produto.

O efeito é de proteção de três meses contra pulgas e de um mês contra carrapatos, além de impedir o desenvolvimento de outras fases.

Topspot

O produto da linha Plus serve para garantir proteção e, de quebra, controlar a infestação. Esse produto age de maneira a quebrar o ciclo de reprodução desses animais.

Já o Topspot deve ser usado da mesma maneira que o Plus, mas ele é indicado para ajudar a controlar infestações que já estão acontecendo.

Seu uso é importante porque nem sempre eliminar todas as pulgas e carrapatos é o bastante, já que podem ter acontecidos depósitos de ovos ou outros estágios que se desenvolverão pouco tempo após você ter achado que o problema estava resolvido.

A aplicação também é tópica e garante a proteção contra pulgas por 3 meses e de carrapatos, por um mês.

Spray

O Frontline Spray, por sua vez, tem uma ação mais imediata e te ajuda a eliminar todas as pulgas e carrapatos do seu bichinho de estimação logo na primeira aplicação.

Para isso, basta borrifar o produto em todo o pelo do animal para garantir não apenas que pulgas e carrapatos sejam eliminados, mas também para inibir o desenvolvimento posterior de outras infestações. Apesar disso, seu tempo de proteção é menor e dura apenas algumas semanas devido à sua ação imediata.

Frontline funciona?

A dúvida que pode ficar é se esses produtos realmente funcionam. A realidade é que eles são realmente eficazes em combates as pulgas e carrapatos que já estão no animal porque atuam no sistema nervoso desses animais, levando à sua morte em menos de 24 horas.

Além disso, a substância presente nos produtos também evita que as larvas e ovos se desenvolvam, prevenindo a reinfestação. Não menos importante, os produtos também não são tóxicos para cães e gatos e são resistentes ao banho, garantindo proteção contínua.

 

A linha de produtos Frontline é excelente para quem busca não apenas a eliminação das pulgas e carrapatos que já estão em seus bichinhos, mas também quem não deseja sofrer com a reinfestação. Com isso, basta escolher e usar o produto mais adequado para cada situação.

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Provavelmente você conhece pelo menos algum cachorro que já teve parvovirose, uma das doenças mais comuns entre os cães. Apesar de bastante frequente, não se engane, ela pode ser letal e, inclusive, matar o cachorro rapidamente. Para prevenir que isso aconteça, descubra melhor o que é essa doença e como evitá-la.

O que é a parvovirose?

A parvovirose canina, também conhecida apenas como parvo, é uma doença contagiosa causada pelo vírus parvovírus. Ela é uma doença aguda e que atinge principalmente o sistema digestivo do animal, especialmente o intestino.

O contágio acontece com o contato do animal com fezes de outro animal doente e acomete principalmente cães mais jovens. Filhotes que possuam vermes possuem ainda mais risco de contrair a doença, já que a imunidade é diminuída graças à presença dos vermes.

É exatamente por causa disso que muitos animais de petshop apresentam esse tipo de doença, já que ficam todos juntos e comem e defecam no mesmo lugar. Se um dos cães estiver infectado, todos os outros acabam entrando em contato com o vírus, passando a desenvolver a doença.

Quais os sintomas?

Por ser uma infecção basta aguda, seus sintomas podem ser facilmente confundidos com o de outras doenças, como a cinomose.

Após o período de incubação de 4 a 5 dias, o animal começa a apresentar sintomas como diarréia intensa com presença de sangue, desinteresse, cansaço, letargia, vômitos e falta de apetite. Em alguns cães, pode ocorrer febre e desidratação e, em outros, hipotermia.

Além disso, essa doença debilita ainda mais o sistema imunológico, abrindo as portas do organismo para uma infecção generalizada que pode levar à morte.

Como evitar?

Para evitar a doença é muito importante garantir que o seu animal não entre em contato com asa fezes de qualquer outro cachorro. Ainda que o cachorro pareça saudável, lembre-se que o vírus possui um período de incubação e que ele já pode estar doente.

Também é muito importante vacinar o cachorro contra essa doença e respeitar o período entre a vacinação e a imunização completa, o que geralmente leva seis meses.

Qual o tratamento?

O primeiro passo para o tratamento dessa doença é o isolamento completo do animal, especialmente se ele tiver contato com outros animais.

Também pode ser preciso realizar uma internação clínica e normalmente o tratamento contra a parvovirose inclui uma reposição de fluidos perdidos pelo animal durante o começo da doença e também a administração de medicamentos específicos.

Também é iniciada uma dieta especial para que o cão volte a comer, assim como o oferecimento de vitaminas para fortalecimento do sistema imunológico.

Apesar disso, a cura depende fortemente do estado do sistema imunológico do cão e também do estado da doença. Quanto mais avançada ela estiver, mais difícil será garantir que o cão fique saudável normalmente.

A parvovirose é uma doença grave que atinge cães, especialmente os mais novos. Com sintomas que se confundem com os de outras doenças, é fundamental estar atento e procurar um médico ao primeiro sinal de algo errado, o que aumenta as possibilidades de cura.

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Mesmo brincando os cachorros podem acabar mordendo membros como mãos, pernas, pés e, mais seriamente, a cabeça. Por menor que pareça, uma mordida de cachorro contém centenas de milhares de bactérias e pode até mesmo conter o vírus da raiva. Por isso, tomar os cuidados é muito importante para que sua saúde não saia prejudicada dessa situação. A seguir, confira todos os cuidados que você deve tomar caso seja mordido.

Procure saber sobre a saúde do animal

Assim que você for mordido por um cachorro é importante tentar conhecer a saúde do animal. Se for um animal da família ou de um amigo, pergunte se o cão foi vacinado contra a raiva.

Caso não haja certeza sobre isso e o animal seja observável, acompanhe seu comportamento por 10 dias. Se ele morrer, ficar agressivo ou apresentar sinais de raiva, será necessário tomar a série de várias contra a raiva.

Se for um cão de rua, provavelmente você terá que tomar a série de vacinas contra a raiva para garantir que sua saúde não seja afetada.

Lave o local do ferimento e aplique antisséptico

Logo após sofrer a mordida você deve lavar o ferimento com água corrente e aplicar algum tipo de produto antisséptico, como os bactericidas.

Isso evita que, durante a procura de ajuda médica, você acabe dando espaço para microorganismos entrarem no seu organismo e causar doenças e infecções.

Caso a ferida esteja sangrando muito, entretanto, contenha a hemorragia ao fazer pressão e procure ajuda médica imediata.

Procure um médico

Tão logo após sofrer a mordida de cachorro você deve procurar um médico ou um hospital de emergência para que possa receber tratamento imediato.

Esperar até o dia seguinte, mesmo quando a ferida não parece grave, nem sempre é uma boa opção e pode gerar complicações que seriam evitadas com uma ação mais rápida.

Conte ao médico tudo o que você souber sobre o cachorro e comente sobre seu histórico de saúde para que ele possa realizar o tratamento mais adequado.

Não use receitas caseiras

Em vez de ir ao médico muitas pessoas decidem utilizar receitas e truques caseiros para ajudar a tratar a ferida.

Além de potencialmente ineficiente isso pode ser perigoso e causar ainda mais complicações do que a mordida em si. Assim, em vez de procurar plantas e outros elementos para colocar em sua ferida prefira procurar diretamente uma ajuda médica especializada.

Siga as recomendações médicas

Cada caso é diferente entre si e cada mordida tem impactos e consequências diferentes. Por isso, é muito importante que você siga estritamente todas as recomendações médicas que forem dadas a você.

Se for necessário fazer um tratamento com antibiótico, realize o tratamento completo para evitar o fortalecimento da bactéria. Caso você precise receber as vacinas contra a raiva, vá nos dias determinados, sem atrasos, porque assim você garante a eficiência.

Também é importante seguir as recomendações de limpeza e troca de curativos, garantindo que nenhuma outra complicação surja da mordida.

Uma mordida de cachorro pode causar sérias consequências para a saúde e por isso é muito importante qe você saiba exatamente como cuidar do machucado. Ao tomar todos os cuidados, você ficará novinho em folha sem qualquer complicação maior.

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Os cachorros, assim como nós, estão vulneráveis a contrair doenças, e algumas podem ser muito graves, como é o caso da Cinomose. Por isso, é fundamental levar os cães, principalmente quando filhotes, às consultas no veterinário e dar todas as vacinas – que é a melhor forma de evitar essas doenças.

Veja abaixo o que é a Cinomose, uma doença grave que pode levar o cachorro à óbito em pouco tempo. E não se esqueça: Cuide bem do seu animal e previna-se de perder o seu amigão precocemente, proteja-o sempre para prevenir possíveis ameaças saúde dele.

O que é Cinomose?

A Cinomose é uma doença muito grave e altamente contagiosa, que atinge os cães, frequentemente levando ao óbito. Ela é provocada pelo vírus CDV (Canine Distemper Virus) ou Vírus da Cinomose Canina (VCC, também conhecido como Vírus da Esgana Canina).

A cinomose possui uma evolução bastante rápida – cerca de uma semana após a contaminação os primeiros sintomas já podem ser sentidos. A doença evolui tão rápido, que as chances de cura são muito pequenas. Por isso a importância de levar o animal o mais rápido possível ao veterinário, ao notar os primeiros sintomas.

Como ocorre a transmissão da Cinomose?

A transmissão é feita pelo contato do animal infectado com outro que esteja saudável, por meio de secreções do nariz, boca e pelo contato com as fezes. Esse vírus é tão perigoso, que alguns animais podem pegar cinomose após serem introduzidos em ambientes onde outros cães tenham morrido anteriormente com a doença, nos últimos seis meses.

Todas as raças estão suscetíveis a essa doença, e alguns estudos apontam que há algumas mais sensíveis ao vírus – como Husky, Greyhound, Samoieda e Malamute do Alaska. Uma forma comum de contaminação ocorre nos canis, onde estão vários animais juntos, inclusive alguns doentes com outros saudáveis que ainda não foram vacinados.

Como é o tratamento da Cinomose?

Infelizmente não existe um tratamento específico para a cinomose. O que pode ser feito é utilizar medicamentos para controlar os efeitos da doença e diminuir o sofrimento do cão.

O cachorro deve ser isolado para tomar os antibióticos e combater as infecções secundárias. É importante que o animal seja mantido em um ambiente limpo, com temperatura agradável e alimentação correta de acordo com as indicações do veterinário.

Os filhotes raramente conseguem se recuperar, pois nessa fase a imunidade deles é mais baixa, já os adultos têm maiores chances de sobreviver. Não há um medicamento específico para a cinomose, mas poderão ser administrados vitaminas, antibióticos e anticorpos prontos para diminuir os sintomas.

Quais os sintomas da Cinomose?

Um sintoma bem característico da Cinomose é a contração involuntária dos músculos do animal.

Além disso, podem ocorrer vários outros, como diarréia, febre, espirros, perda de apetite, falta de energia para fazer as coisas mais simples, convulsões, falta de coordenação motora, secreções nasais, infecções diversas, lesões ósseas, alterações no esmalte dentário do cão, espasmos musculares, tiques nervosos, convulsões, pupilas dilatadas, abortos e partos prematuros em cadelas gestantes, secreção ocular, e em casos mais graves meningite, paraplegia, tetraplegia e óbito.

Se caso algum desses sinais surgir, leve seu animal imediatamente ao médico veterinário. Quanto antes essa doença for diagnosticada e o tratamento começar, maior será a chance dele viver. Nunca medique o seu animal em casa sem antes saber o que está acontecendo com ele.

Cinomose tem cura?

Sim, a cinomose tem cura, embora seja muito difícil. A cura vai depender muito da reação do animal ao tratamento que ele recebia antes de contrair a doença. Um animal alimentado com ração de qualidade acaba tendo mais resistência para lutar contra a doença.

Muitos cães que sobrevivem podem ter seqüelas neurológicas e acabam morrendo por causa dessas sequelas. Uma técnica com células-tronco está sendo desenvolvida no Centro Universitário Fundação de Ensino Octávio Basto situada na cidade de São João da Boa Vista (SP), e ela pode ser uma esperança de cura para a doença.

Cinomose pode passar do cachorro para as pessoas?

A cinomose não é uma zoonose e, portanto, não tem capacidade de atingir seres humanos, que podem interagir com cachorros doentes sem preocupação. Porém, entre animais esse contágio é muito fácil, e pode ocorre facilmente através das fezes, secreções nasais e saliva.

Taxa de mortalidade da Cinomose

Infelizmente a taxa de mortalidade dessa doença é muito alta – cerca de 85%. Apenas 15% dos cães conseguem sobreviver, e muitas vezes o cachorro não morre da doença, e seu óbito acaba sendo provocado pelas seqüelas neurológicas. Os filhotes, por terem a imunidade mais baixa, costumam ter uma taxa de mortalidade mais alta do que os adultos.

Como Prevenir a Cinomose

Sempre mantenha em dia as vacinas e os reforços das vacinas do cachorro, e o leve frequentemente a consultas no veterinário para saber se está tudo bem. Dê a ele uma alimentação saudável para que ele tenha uma imunidade maior, e evite levá-lo na rua sem que ele tenha tomado todas as vacinas. Pessoas que tiveram um animal com cinomose em casa não devem ter outro cão por seis meses.

Esse artigo foi enviado pela equipe do site MelhorAmigo.dog, acesse-o para ver outras dicas e informações relacionadas a cachorros.

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Carrapatos, assim como pulgas, são parte da vida de quem possui cachorros. Apesar disso, nem de longe esses bichos são benéficos para o animal, já que eles transmitem as doenças do carrapato. Essas doenças são transmitidas graças à mordida do animal, que se estiver contaminado pode causar prejuízos ainda maiores para o seu hospedeiro. Por isso, confira a seguir o que são essas doenças e como evitá-las.

Quais são as doenças do carrapato?

As doenças do carrapato, nome popular para erquilone canina ou babesiose, são doenças que, como o próprio nome indica, são transmitidas por carrapatos, que são muito comuns em cachorros e animais domésticos em geral. Embora pareçam inofensivas, são doenças com alto risco de morte para o animal e por isso os tutores precisam estar sempre atentos para evitar que o animal seja contaminado.

No verão, os cuidados devem ser redobrados porque um tempo quente e úmido favorece o aparecimento dos animais, assim como a temporada de ventos.

Quais os sintomas?

Um dos sintomas principais dessas doenças é a coceira, mas logo aparecem complicações mais sérias como febre, sangramento pelo nariz, falta de apetite, letargia e fraqueza.

Outras possibilidades incluem diarréia, vômitos e até mesmo dores articulares que podem causar dificuldade na locomoção do cachorro. Se a doença evoluir para um quadro crônico, a imunidade do animal sofre uma importante queda e também há a possibilidade de surgir o quadro de anemia.

Como evitar?

Para evitar que essas doenças apareçam o principal cuidado que se deve ter é relativo à higiene do animal. Para isso, os tutores devem realizar a limpeza periódica do local onde o animal vive para evitar que os carrapatos apareçam. Caso se trate de um local aberto, a grama deve ficar o mais baixa possível já que é um lugar preferencial desses animais.

Também é importante dar banho no cachorro uma vez por semana e evitar que ele conviva com cachorros sujos e em ambientes que não sejam corretamente higienizados.

Conversar com o veterinário, por sua vez, é importante para receber uma prescrição sobre o tipo e a dosagem de remédio para evitar esses animais e, portanto, a doença.

Qual o tratamento?

A boa notícia é que esse tipo de doença tem tratamento, mas é preciso procurar o veterinário o quanto antes. Por isso, assim que o animal mudar de comportamento é indispensável correr para o veterinário para que o diagnóstico seja precoce.

Normalmente ocorre o uso de antibióticos e a aplicação de injeções específicas para esse tipo de caso. Se a doença estiver mais avançada, entretanto, pode ser necessário realizar uma transfusão de sangue.

Caso o cachorro esteja com anemia, parte do tratamento também inclui uma dieta especial para que o animal possa recuperar sais minerais e vitaminas perdidas.

A doença do carrapato é muito comum entre cachorros e outros animais domésticos, mas não é por isso que ela não precisa de atenção. Podendo levar o animal à morte, é indispensável que você esteja sempre atento ao animal e procure o veterinário o mais rápido possível se assim for necessário.

 

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O cuidado com os cães deve ser sempre buscando melhorar a saúde, a qualidade de vida dos mesmos e também com o intuito de realizar a prevenção de doenças. Alguns insetos e ácaros podem utilizar os cães como hospedeiros, causando diversos problemas e também podendo transmitir doenças para os seres humanos.

Neste artigo, mostraremos algumas dicas de como evitar que seu cão pegue carrapatos e também mostrar como realizar o controle deste ácaro.

O que são os carrapatos?

Os carrapatos são ácaros hematófagos, ou seja, ácaros que se alimentam de sangue de um determinado hospedeiro. Grande parte das infecções de carrapatos estão relacionadas ao ambiente onde os cães vivem, sendo fundamental a realização de diversos cuidados.

Quando os cães são criados em áreas de muita mata, por exemplo, ou em regiões mais isoladas, há maior possibilidade de infestação de carrapatos, pois, neste caso, o cão terá contato com outros animais sejam estes domésticos ou selvagens, aumentando as chances de transmissão.

No ambiente urbano também há infestação de carrapatos, porém com espécies mais adaptadas às cidades, como é o caso da espécie de carrapato Rhipicephalus sanguineus, que precisa usar o cão como hospedeiro para o desenvolvimento do seu ciclo biológico, vivendo como um parasita.

Como evitar que seu cão pegue carrapatos?

Muitos são os patógenos transmitidos pelo carrapato. Isto significa que se deve ter um cuidado redobrado em relação aos cuidados para se evitar que os cães peguem carrapatos. As doenças podem ser transmitidas tanto pela picada, quanto pelos excrementos ou pela ingestão dos mesmos.

Veja, a seguir, algumas dicas para evitar que seu cão pegue carrapatos:

Mantenha o ambiente sempre limpo e higienizado:

Da mesma maneira que a prevenção para as pulgas é fundamental se manter um ambiente sempre limpo e livre de resíduos. Se já houver infecção de carrapatos, é importante realizar a dedetização com piretroides, passando-se a substância em paredes, muros, tetos e todos os locais externos e de descanso do cão.

Existem também os produtos com função preventiva, devendo ser reaplicados de tempos em tempos, tais como o fipronil, o amitraz, o piriprol e a permetrina;

Mantenha as áreas externas sempre limpas:

Os locais externos de área verde devem sempre ter sua mata cortada bem rente ao solo, garantindo a entrada de sol, ajudando a matar boa parte dos carrapatos. Todo o lixo e os resíduos devem ser retirados e, se possível, queimados.

Os carrapatos sobrevivem mais em ambientes escuros e úmidos, portanto, diminua, ao máximo, os locais nestas condições;

Faça o acompanhamento periódico do cão:

É importante manter a saúde do cão com uma rotina de exames no veterinário, para que este possa indicar o uso de um carrapaticida adequado. Este tipo de produto deve ser aplicado com certa frequência, evitando assim a infestação e garantindo o controle de doenças;

Conclusão

Os carrapatos são ácaros hematófagos que podem causar diversos problemas na saúde do seu cão e que também podem transmitir algumas doenças para os seres humanos. Siga estas dicas para evitar que seu cão pegue carrapatos.

Continue conosco nos próximos artigos e deixe aqui seus comentários ou dúvidas. Até mais.

 

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O Brasil contém a segunda maior população de cães do mundo com, aproximadamente, 21 milhões de cães de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais, totalizando 44% dos lares brasileiros com animais de companhia, em 2010.

Para manter estes animais com saúde e com vida prolongada, é importante garantir bons hábitos em relação à alimentação dos cães, assim como também manter algumas rotinas para prevenção de doenças. Neste artigo, iremos falar sobre o que é a vermifugação e porque é importante fazer.

Por que a vermifugação é importante?

Os cães podem sofrer com diversas doenças parasitárias e infecciosas. Dentro deste grupo de doenças, temos os parasitas internos como os vermes intestinais, entre eles os áscaris, os ancilostomas e os cestóides.

Estes vermes intestinais são encontrados tanto em cães quanto em gatos, sendo normalmente encontrados mais nos filhotes do que em animais adultos. Alguns destes vermes são hóspedes habituais do intestino delgado, podendo expulsar os ovos nas fezes de maneira periódica, sendo os próprios vermes também eliminados nas fezes ou até mesmo em vômitos.

Estes parasitas internos causam quadros de fraqueza, de cansaço, alguns geram emagrecimento no cão, podendo ocorrer fezes escuras e fluidas, e até mesmo anemia nos animais. O diagnóstico destes vermes é feito através de exame de fezes, sendo que este deve ser repetido caso o resultado seja negativo, pois os ovos são liberados em intervalos de tempos, ou mesmo com o reconhecimento e a visualização dos vermes no animal.

Existem muitos parasitas internos, ou os chamados endoparasitas. Os nemátodos, por exemplo, podem causar problemas como o atraso no crescimento do cão, debilidade e até anemia, apresentando também casos de diarreia, vômitos, quadros de anorexia e lesões na pele. Estes podem também contaminar o homem (zoonoses).

Outro grupo é o dos céstodos, onde é possível encontrar as tênias, que podem ser transmitidas pela ingestão de pulgas. Elas causam grandes problemas nos cães, entre eles indisposição, diarreias e perda de peso corporal. Todos estes parasitas podem ser evitados com a vermifugação adequada.

O que é a vermifugação?

A vermifugação é o processo de tratamento dos animais já infectados com estes vermes ou mesmo feito de maneira preventiva para evitar o problema. A vermifugação é feita por algum profissional da saúde, no caso um veterinário, variando de acordo com o caso do animal, escolhendo o vermífugo mais adequado.

A vermifugação também é recomendada para os casos em que os animais foram infectados por pulgas, já que estas podem transmitir vermes que causem anemia, podendo também causar alterações de comportamento nos animais com aumento de irritação, impaciência e cansaço.

Além disso, a infestação por pulgas pode gerar o aumento de feridas, causando outros problemas no animal, já que este sentirá muita coceira.

Conclusão

A vermifugação é importante para evitar e até mesmo tratar os animais infectados com vermes. Este processo deve ser feito por profissional adequado e irá variar com cada caso. A vermifugação também deve ser feita de maneira preventiva, garantindo a saúde de cães e gatos.

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A quantidade de animais domésticos só cresce no Brasil e para que se mantenha a saúde adequada dos mesmos é importante realizar os cuidados com a alimentação e também com a prevenção de problemas de saúde.

Os cães estão suscetíveis a diversos tipos de doenças, muitas delas transmitidas por insetos como o caso das pulgas e das moscas. Neste artigo, mostraremos algumas dicas de como evitar que seu cão pegue bicheira e como realizar o controle deste problema.

O que é a bicheira?

As moscas são responsáveis pela transmissão de muitas doenças, sendo agentes intermediários para bactérias, para muitos vírus e também para protozoários e helmínticos. A mosca Cochliomyia hominivorax, muito presente nas regiões tropicais, contém larvas que são responsáveis pela transmissão da miíase, também conhecida como bicheira.

A infestação da bicheira ocorre quando esta mosca deposita os ovos em feridas recentes do hospedeiro que, neste caso, é o cão. Estes ovos, por sua vez, contêm algumas enzimas proteolíticas que degradam os tecidos do animal infestado, formando lesões de diversos tamanhos e intensidades, causando um odor bastante desagradável e também dores ao animal.

O cão infectado com bicheira se torna inquieto, tendo dificuldade para se alimentar, perdendo peso e podendo vir a morrer por toxemia, por hemorragia ou por outras infecções bacterianas.

Como evitar que seu cão pegue bicheira?

A bicheira é um problema que pode prejudicar muito a saúde do cão, podendo levar à morte do animal. Ela causa dor, inflamação local e formação gradual de pus. O calor e o ato de coçar também podem levar a ulcerações e invasões de bactérias.

Veja a seguir, algumas dicas para evitar que seu cão pegue bicheira:

Faça o tratamento adequado de feridas:

É comum que os cães tenham pequenas feridas ou problemas dermatológicos, o que pode favorecer o depósito das larvas pela mosca causadora de bicheira. Mantenha um controle adequado junto ao veterinário para tratar de todos os problemas de dermatites, otites ou quaisquer tipos de feridas;

Mantenha os ambientes sempre limpos:

A proliferação das moscas causadoras de bicheiras ocorre com maior frequência durante os meses mais quentes do ano. Mantenha um controle adequado das regiões externas e dos locais onde o cão fica, evitando matas altas, acúmulo de lixos ou resíduos, fazendo uma limpeza periódica em todos os ambientes;

Evite o contato do seu cão com outros animais:

As feridas podem ser causadas por brigas com outros cães, portanto é importante evitar a saída do cão sem o acompanhamento. Outra questão é que o contato com outros animais infectados pode causar também o desenvolvimento da bicheira no animal. Mantenha o seu cão sempre em áreas que sejam limpas e sem animais mal cuidados.

Conclusão

A bicheira é uma doença transmitida por moscas que depositam larvas nas feridas dos cães, causando diversos problemas para a saúde do animal, podendo até causar a morte do mesmo. Siga estas dicas para evitar que seu cão pegue bicheira e mantenha a saúde do seu animal sempre em dia.

Continue conosco nos próximos artigos e deixe aqui seus comentários ou dúvidas. Até mais.

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