Categoria: Cuidados

De tempos em tempos, algumas doenças de animais, principalmente de cachorros, aparecem na mídia e fazem com que os pais e mães de pet fiquem muito preocupados. Uma das que sempre surgem notícias durante o verão e épocas de calor é a dirofilariose canina.

Nos tópicos a seguir você vai saber o que é a dirofilariose canina, quais as causas, os sintomas, os tratamentos e demais informações relevantes sobre essa perigosa doença. Veja!

O que é a dirofilariose canina?

A dirofilariose canina é também conhecida como a doença do verme do coração. Quando o cachorro adquire essa enfermidade, micro-organismos invadem órgãos vitais, como é o caso do coração, atacam esse órgão e causam problemas graves, como a insuficiência cardíaca e doenças pulmonares crônicas.

Quais são as principais causas desse problema?

como funciona a dirofilariose canina

Só existe uma forma do cachorro ser infectado pelo verme da dirofilariose canina. Se um mosquito específico, hospedeiro desse micro-organismo, picar o seu bichinho de estimação.

Ao ser picado, os vermes entram na corrente sanguínea e ficam nela por um tempo até encontrar o pulmão ou coração do cachorro, em que o micro-organismo vai se desenvolver até causar todos os males que podem ocorrer por conta da doença.

Essa doença é muito comum na época do verão, porque as espécies de mosquito que transmitem a dirofilariose canina são os mosquitos tropicais, muito presentes no Brasil, principalmente no litoral, em épocas de maior calor.

Dica: Leia mais conteúdo sobre a doença do carrapato!

Sintomas da dirofilariose canina

É muito difícil você perceber sintomas de fato em um cachorro, porque ele não fala e os gestos dele não apresentam uma expressão corporal muito significativa. Então, a única forma de descobrir que algo está incomodando o seu cãozinho é o fato dele mudar os hábitos. Ficar mais distante, urinar no lugar errado, mudar o comportamento, enfim, são algumas formas de descobrir que o cachorro não está legal e precisa ir ao veterinário.

O animal em um estágio mais avançado também pode apresentar sintomas de tosse, falta de ar, diminuição do peso, coloração mais escura da língua. Já na alta gravidade, o volume dos órgãos começa a crescer, o que indica a insuficiência cardíaca ou pulmonar.

Dirofilariose canina tem cura?

Dirofilariose canina

Existe um tipo específico de medicamento que pode ser usado no tratamento da dirofilariose canina, mas que é pouco encontrado no Brasil, praticamente não é vendido, por ser caro demais e também ser perigoso para os bichinhos.

No mais, o melhor a se fazer é prevenir. Depois de infectado, a cura é muito difícil e as chances de ter que fazer uma eutanásia são bem altas.

Como prevenir?

Para prevenir o seu cão de pegar a doença do verme do coração é preciso que você dê a ele medicamentos de prevenção contra picadas de mosquito. Há também aquelas coleiras e outros tipos diferentes de venenos que reprimem os mosquitos. Só é bom pesquisar bem antes de comprar, porque boa parte deles não é nada eficiente.

Olhe com seu veterinário, principalmente se ele não tiver lobby com algum laboratório. Ele vai te indicar os melhores medicamentos para poder prevenir a picada do mosquito e também a circulação do verme dentro do corpo do animal.

Situação atual no Brasil

cachorrinho com coração

O Brasil é um país tropical, então a incidência desse tipo de mosquito é muito comum, mas principalmente no litoral que é considerado região endêmica dessa doença.

O ideal é que se você for em alguma cidade praiana com seu bichinho, ele esteja 100% protegido contra o mosquito e contra o próprio verme. É essa a forma de evitar que ele contraia a doença e tenha graves problemas com ela depois.

É bom deixar claro que não é apenas no litoral que tem o tal mosquito. Até mesmo o mosquito da dengue pode transmitir essa doença, então, o Brasil, em si, é um local perigoso e que precisa da atenção dos petlovers para que o cachorrinho não seja infectado.

A dirofilariose canina é uma doença perigosa, grave, que quase sempre causa a morte do animal. Por isso, todo cuidado é pouco. Se você ama o seu pet, você tem que cuidar dele da melhor forma possível para evitar essa e outras doenças.

Se tiver ainda alguma dúvida a respeito da dirofilariose canina, deixe o seu comentário aqui embaixo!

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Os cuidados de saúde e higiene que devemos ter com o nosso pet, envolvem cuidados corporais, vacinas, ambiente favorável e outros. É particularmente muito importante como prevenção de muitas doenças e infecções, odores desagradáveis, parasitas, etc. Por esses motivos devemos conhecer quais os cuidados devem ser realizados para o bem estar do seu animal de estimação.

Higiene corporal dos Pets

Pele e cabelo: Devem ser mantidos limpos e brilhantes o tempo todo, no entanto ambos os cães e gatos têm mecanismos para manter sua pele sempre saudável. Mas, banhos em gatos devem ser realizados somente em casos de sujeira ou alergias, já em cachorros é indicado uma vez por mês. Utilize um xampu especial para animais, principalmente para manter o pH correto.

Uma prática muito mais saudável e que deve ser frequente, tanto em gatos quanto em cães, é a escovação, que se torna diária em animais de pelo comprido, ou semanalmente em animais de porte curto. A escovação remove impurezas e pelos soltos, especialmente na fase de renovação, também ajuda o novo pelo a ser mais sedoso.

Cuidados durante o banho

É necessário seguir uma série de precauções durante o banho, como proteger o animal de correntes, não introduzir a água em olhos ou orelhas; em filhotes de cachorro, não os banhe antes de terminar seu programa de vacinação correspondente.

Caso seja de costume contratar o pet shop e clínica veterinária para cuidar do seu pet, uma dica é optar pelos serviços de uma loja que tenha o sistema para pet shop, pois consegue ter o controle das datas de vacinas e procedimentos realizados, pois esse sistema é muito benéfico para organização de atendimento e ajuda a manter a saúde do seu animal de estimação em dia, veja mais nesse artigo que fala tudo sobre o sistema.

cão tomando banho

Olhos

Devem ser limpos diariamente com colírio especiais para os olhos ou soro fisiológico, que limpam, enquanto deslizam através do olho, córnea e outras estruturas, ou seja, áreas próximas ao olho do animal que deve ser limpo com gaze úmida e nunca com algodão, pois podem deixar partículas no local e ser nocivo.

Higiene das orelhas

Também deve ser mantido limpo para evitar partículas de cera em excesso, isto requer o uso especializado de soluções específicas ou gazes impregnados com soro. As soluções devem ser introduzidas (algumas gotas) no canal auditivo, além de uma massagem que é feita em sua base, sem deixar o animal se mover;  logo após é necessário limpar a região com uma gaze umedecida, dessa forma obtemos uma melhor higiene na parte externa das orelhas e outras áreas perto do ouvido.

É importante que produtos como swabs, álcool e peróxido de hidrogênio não sejam usados, pois podem danificar as membranas mucosas do seu animal de estimação.

gato de unhas longas

Patas e unhas

Eles também devem ser atendidos regularmente. Preste especial atenção às patas, principalmente em gatos e cães, pois elas serão a principal proteção contra o pavimento e a superfície onde elas pisam. Devem ser observados diariamente para verificar se estão macios e hidratados e se não apresentam rachaduras ou feridas. Se forem observadas essas situações, devem ser hidratados com cremes de aloe vera ou similares.

As unhas devem ser cuidadas especialmente em gatos, fornecendo elementos que podem ser utilizados para o seu cuidado, por exemplo, raspadores ou afiadores de unha facilmente adquiridos em lojas de animais, evitando que os mesmos se machuquem ao raspar as unhas em locais inapropriados. Deve ser observado que não há super crescimento ou que eles estão em más condições. Você também tem que prestar atenção nas esporas, especialmente em cães grandes. Em alguns casos é necessária uma consulta em clínica veterinária.

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Quem já tratou cachorros com carrapatos sabe que não é nada fácil tirar aquelas praguinhas deles. Além do desconforto dos cães e muita coceira, há ainda possibilidades desses carrapatos transmitirem doenças, como a Doença de Lyme.

Neste post você vai saber tudo que precisa sobre a doença de Lyme e como e como proteger seu bichinho dela. Confira.

Doença de Lyme: O que é?

A Doença de Lyme é uma zoonose comum causada pela bactéria Borrelia burgdorferi. E engana-se quem acha que ela só acomete os cães: ela pode ser transmitida também para gatos, outros animais e seres humanos.

Como é transmitida?

Ela é transmitida por carrapatos. Essa contaminação acontece da seguinte forma: um carrapato saudável pica um cão/pessoa que já está contaminada com a bactéria Borrelia burgdorferi e então ele se torna um hospedeiro da doença. Logo depois quando o carrapato pica outro ser vivo, a doença é transmitida. E o ciclo continua se um novo carrapato saudável picar esse cachorro/humano contaminado e assim por diante…

Mas não é apenas uma picada para a transmissão ocorrer. Para que realmente haja a contaminação pela bactéria, o carrapato hospedeiro deve ficar na pele por pelo menos 24 horas.

A doença de Lyme no Brasil

A primeira vez que a Doença de Lyme foi diagnosticada no Brasil foi em 1992. De origem europeia, a bactéria costuma apresentar variações genéticas dependendo da região em que está. Ainda não há muitos casos no país, mas é importante saber que ela existe e tomar os cuidados possíveis para não ser contaminado.

Em humanos

doença de lyme em humanos

Essa doença teve como primeira vítima o ser humano, lá em 1975. Não é fácil de ser diagnosticada a primeira vista, pois tem sintomas muito semelhantes à gripe. Os mais comuns são: febre, mal estar, dor muscular e nas articulações e dor de cabeça que dura semanas. Muitas pessoas começam a notar a doença após esses sintomas não passarem com facilidade, podendo ser agravados e confundidos com reumatismo e febre reumática. O que ajuda a diagnosticar é a mancha vermelha que fica ao redor da área picada. Com o passar do tempo sem tratamento, ela começa a se espalhar por todo o corpo. Por isso é importante observar o corpo se houver esse mix de sintomas.

A doença de Lyme em cães

A primeira vez de casos da doença em cachorros foi em 1984, depois da dos seres humanos (em 1975). Apesar de alguns outros animais poderem ser contaminados pela Doença de Lyme, os cachorros são os mais afetados. Boa parte porque são tipo de animais que mais se colocam em risco por explorarem terrenos que podem estar cheio de carrapatos.

Sintomas da Doença de Lyme

A Lyme nos cachorros tem um grande problema: o surgimento dos sintomas. Alguns animais começam a demonstrar logo no começo, mas não todos. Alguns demoram muito tempo, chegando até a aparecer meses/anos depois. O mais comum é que os primeiros sintomas comecem a surgir depois de 2 meses da contaminação.

Os sintomas mais recorrentes em cães são:

  • Dores e inflamações articulares. Você pode observar a disposição do cachorro. Ele vai andar menos, ficar mais deitado, não querer sair de casa e evitar lugares altos;
  • Dores musculares (podendo fazer o cachorro mancar);
  • Febre;
  • Vômito;
  • Falta de apetite.

Esses sintomas podem aparecer e sumir por um tempo sem motivo, tornando a voltar novamente. Caso não seja tratado, os sintomas vão piorando e o cão corre o risco de paralisia, asfixia e até óbito.

Tratamento

Ao perceber os sintomas, é preciso confirmar a Doença de Lyme no seu cachorro com exames clínicos completos. Será necessário também saber do histórico do animal e exames como sorologia ou isolamento.

O tratamento pode variar com a gravidade da doença e o estilo de vida do seu animal. Em alguns casos é feita uma terapia com antimicrobianos (doxiciclina e amoxicilina), analgésicos, anti-inflamatórios e hidratação.

Como evitar a doença de Lyme

doença de lyme o que e em cachorros

Não é uma tarefa muito fácil tirar o cachorro do risco de ser picado por um carrapato. Aliás, em passeios na rua e nas brincadeiras durante o dia esse risco existe. Mas então como agir? Lógico que não há motivos para prender seu cachorro em casa, porque ele precisa passear e brincar. Mas modos de prevenção que podem ser bem efetivos são as coleiras anti-carrapato, repelentes em spray e banhos carrapaticidas. Deve-se dobrar o cuidado em passeios ou convivência perto de equinos, pois o carrapato do cavalo é um dos maiores hospedeiros da Lyme.

Outra forma é a vacinação, mas que ainda tem lados positivos e negativos.Ela é muito eficaz. No entanto, não garante 100% a prevenção da doença. Sua eficácia varia dependendo da saúde do animal e estilo de vida. Um outro fator é a mutação da bactéria, que não permite uma proteção por um longo período de tempo. Por isso, na hora de escolher vale a pena consultar um veterinário de confiança para ter a melhor decisão para o seu pet.

Agora que você já sabe tudo sobre a Doença de Lyme, proteja a si mesmo e ao seu cãozinho dela. Qualquer dúvida, comenta aí embaixo!

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Sair para passear com o cachorro, dependendo do estado de ânimo do animal, pode ser um grande tormento. Se ele começa a avançar nas pessoas, as coleiras tradicionais não são suficientes para conté-lo. Se o seu cachorro não é acostumado a passear e quando sai na rua avança em todo mundo, um enforcador para cães, talvez, seja uma boa opção para ensiná-lo.  

Como usar enforcador para cães ? 

O enforcador para cães é um tipo de coleira que serve como um treinamento para cachorros que são agressivos, avançam nas pessoas nas ruas ou que tenham algum outro problema.  Embora esse tipo de coleira já exista há um bom tempo, a versão moderna, como conhecemos, foi criado há pouco tempo por um veterinário. 

O enforcador trabalha com um simples princípio, todas as vezes que o cão puxar além do que pode, a coleira irá lhe provocar uma pequena dor. Como resultado, o cão aprende que para evitar essa sensação incômoda, ele não pode puxar.  

Mas como todo tipo de treinamento usado para adestrar animal, o enforcador para cães possui um lado bom e um lado ruim, cabe ao dono decidir se deve ou não o usar. Mas se você deseja usar o enforcador para adestrar o seu cão, vamos ensinar a maneira correta de usá-lo. 

Enforcador para cães 

 

Dicas

Para usar o enforcador para cães, existe uma série de fatores que devem ser levados em conta antes de começar o uso.  O primeiro fator que você deve levar em consideração é avaliar as características de seu animal. Alguns tipos de cachorros não podem usar enforcador, por exemplo, raças de cães pequenos como poodle e chihuahuas, e cachorros que possuem o pescoço muito magro, como o greyhound. 

O enforcador também não deve ser usado em cachorros que ainda não atingiram um ano de idade, pois o pescoço ainda não é firme o suficiente. Também deve ser evitado em cães com muitos pelos no pescoço, como a raça border collies.  Se o cão costuma puxar a coleira com muita frequência, mesmo usando o enforcador, você também deve interromper o uso, pois com o tempo, o enforcador pode causar lesões no pescoço, além do enforcamento. 

Antes de usar o enforcador, outro ponto muito importante que você precisa saber é como posicionar a coleira.  Um enforcador mal posicionado pode não surtir nenhum efeito ou, então, causar danos ao cão.  A posição correta do enforcador para cães é na parte de cima do pescoço, atrás da orelha e a coleira com no mínimo dois dedos sobrando atrás do cão.  

Usando todas essas informações de maneira correta, cabe ao dono decidir se deve ou não usar o enforcador para cães em seu cachorro.  

Materiais 

O enforcador para cães pode ser feito com diversos tipos de materiais. Os mais comuns são os feitos em couro, aço e corda. O enforcador de aço é o mais agressivo e pode lesionar o animal. 

Enforcador para cães machuca? 

Dependendo de qual material, o enforcador para cães pode machucar. Além disso, o enforcador possui outras desvantagens. Dependendo da situação, o desconforto que o enforcador causa pode aumentar a agressividade do cão, surtindo um efeito contrário. 

O cão pode ficar nervoso e atacar quem esteja segurando o enforcador. Se usado de maneira errada e de forma abusiva, o enforcador pode causar diversos danos físicos e psicológicos para o animal. O enforcador para cães cria um nível muito alto de estresse no animal, é uma das ferramentas de adestramento que mais causam esse tipo estresse. 

Não há nenhuma garantia que o enforcador para cães realmente funcione, ele pode ter efeito apenas temporário, ou seja, o cão só irá respeita enquanto estiver usando.  

Para cães de grande porte 

Tirando todas aquelas exceções que citamos acima, o enforcador para cachorros pode ser usado em qualquer outro tipo de animal, inclusive cães de grande porte.  Mas é bom lembrar que, quanto maior for a força do animal, mais o enforcador irá causar incomodo.  Se o cão for muito grande e puxar muito, o inforcador pode acabar machucando.  

Por isso, é bom tomar cuidado para saber se o enforcador não está causando graves lesões. 

Preço 

O preço do enforcador  para cães varia dependendo do tipo de material e marca.  O enforcador corrente é o mais barato, a média de preço é de R$ 7,00.  Já outros enforcadores mais trabalhados e mais resistentes podem custar de R$ 30,00 até R$80,00 ou RS100,00.  

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Quem tem animal de estimação sabe que, assim como os seres humanos, os bichinhos também adoecem e se machucam.  Acidentes em casa com cães e gatos acontecem com muita frequência, quedas de alturas, feridas por queimadura, intoxicação por ingestão de substancias venenosas, e outros.  Se você tem um bichinho em casa, provavelmente, você já passou por isso. No post de hoje, vamos te ensinar a dar os primeiros socorros para cães e gatos em casa.

Primeiros socorros para cães e gatos de queimadura

É muito comum ocorrer acidentes domésticos com cães e gatos, quem tem esses animais de estimação está acostumado a passar por isso com frequência. Muitos objetos que temos em casa, podem se tornar uma armadilha para esses bichinhos.

Quando são filhotes, principalmente, o cuidado deve ser redobrado.  Os filhotes de cães e gatos costumam sair comendo tudo que veem pela frente e engasgamento costuma ser a maior causa de acidentes. Outra grande armadilha que temos para os animais em casa são os fornos, fogão e choques elétricos, que resultam em queimaduras.

Para a maioria dos casos de queimaduras e feridas, segundo veterinários, os primeiros socorros para cães e gatos devem ser simples e sem necessidade do uso de medicamentos.  Se o seu animal sofreu uma queimadura por fogo, os veterinários orientam que você deve abafar as chamas com algum tipo de cobertor ou um pano qualquer e, em seguida, você deve utilizar compressas frias e passar no local onde está ferido.

Em hipótese alguma, você deve fazer o uso de pomadas ou pasta de dentes para passar na queimadura. Após os primeiros socorros, você deve levar o seu animal para um veterinário, com uma toalha molhada cobrindo a queimadura.  Outra coisa muito importante que não deve ser feito em nenhuma hipótese, não tente remover a pele queimada sozinho, isso irá causar uma grande dor ao animal e pode piorar a situação.

Primeiros Socorros para cães e gatos

Para Picadas de inseto

Os primeiros socorros para cães e gatos em caso de picada de inseto são simples. Se o seu animal sofreu uma picada, você deve utilizar uma compressa fria no local e passar gelo para diminuir a absorção do veneno do inseto.  Os veterinários recomendam que você não dê medicamentos para o animal e nem tente arrancar o ferrão com as mãos. Após dar os primeiros socorros, procure um veterinário para uma melhor análise do caso.

Primeiros socorros para cães e gatos de choque elétrico

Os equipamentos eletrônicos podem ser perigosos para os animais de estimação em casa, principalmente, em épocas de natal com a casa cheia de luzes.  Em caso de choque elétrico, os primeiros socorros para cães e gatos devem ser feitos com cuidado.

Primeiro, não toque no animal se ele estiver preso em uma corrente elétrica, pois você também pode levar choque. Desligue a corrente elétrica e em seguida, afaste o animal do local do choque.  Os veterinários orientam a não dar nenhum tipo de medicamento ao cão ou gato, após os primeiros socorros, encaminhe o seu animal ao veterinário.

Produtos Químicos

Alguns produtos de limpeza que temos em casa podem provocar queimaduras nos animais. Em caso de acidentes com produtos químicos, lave bem o local com água corrente fria, por cerca de 10 minutos. Se o produto cair nos olhos do animal, você deve lavar bem com agua corrente e usar um soro fisiológico.

Produtos em pó são os mais prejudiciais. Se o animal estiver alcançado algum desses produtos, faça o possível para proteger os olhos, a boca e o focinho.  Você deve tentar retirar a maior parte possível do produto com algum pano. Não molhe a boca ou os olhos, pois isso por fazer com que o produto seja absorvido. Procure um veterinário mais próximo.

Primeiros Socorros para cães e gatos 

Medicamentos

Em caso de medicamentos, não há muito o que fazer nos primeiros socorros para cães e gatos. Assim que você perceber que o animal ingeriu algum medicamento, encaminho o animal ao um veterinário e leve a caixa do medicamento.

Plantas

Algumas espécies de plantas podem ser perigosas para o animal e causa irritação na mucosa.  Se o animal ingerir alguma planta, não dê medicamento e nem tente provocar o vômito. Se o animal começar a salivar, o melhor a se fazer é dar água e lavar a boca do animal com água corrente. Leve o animal ao veterinário, junto com a planta que ele ingeriu.

Gostou das nossas informações sobre primeiros socorros para cães e gatos? Deixe seu comentário!

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Cuidar da saúde do seu bichinho de estimação é primordial para garantir a qualidade de vida deles e um fator que tira a tranqüilidade de cães e gatos é a presença de pulgas e carrapatos.  Geralmente muito caros,  remédios para pulgas e carrapatos podem desfalcar o orçamento, porém existem opções de remédios caseiros para pulgas e carrapatos, eles são fáceis de fazer e ficam muito mais em conta.

Remédios caseiros para pulgas e carrapatos para cães

Remédios caseiros para acabar com pulgas e carrapatos em cães, geralmente usam como principio ativo óleos essenciais, esses óleos possuem efeito repelente a essas pragas e podem deixar o seu bichinho livre desse problema.

Abaixo você confere 2 receitas de remédios caseiros para acabar com as pulgas e carrapatos do seu cachorro:

Óleo essencial de amêndoas composto

Para acabar com as pulgas e carrapatos do seu cachorro você pode utilizar um óleo composto que é super eficaz nesse propósito, para o preparo você precisará de;

  • 50 ml de óleo de amêndoas doces
  • 2 gotas de óleo essencial de citronela
  • 10 gotas de óleo essencial de hortelã
  • 3 gostas de óleo essencial de limão

Com os ingredientes em mãos, misture todos os óleos em um vidro de cor escura. Os de xarope é uma boa dica, dessa forma você evita que a mistura perca o efeito devido à luz. Aplique gotas do produto na nuca, patas, base do rabo e peito do seu cachorro.

Você pode também pingar algumas gotas na coleira do seu cachorro, aumentando a efetividade do tratamento. A aplicação deve ser realizada diariamente até sumirem as pulgas e carrapatos.

Spray anti pulgas e carrapatos

Como repelente de pulgas e carrapatos nos cachorros, você pode utilizar um spray caseiro que promete fazer com que você se livre de uma vez por todas desse problema.  Para o preparo você precisará de;

  • 1 colher de sopa de glicerina vegetal
  • 15 ml de álcool de grãos ou vodka
  • 1 colher de sopa de óleo de rícino
  • 10 gotas de extrato de semente de uva
  • 100 ml de água
  • 3 gotas de óleo essencial de citronela
  • 10 gotas de óleo essencial de hortelã

Misture todos os ingredientes e bata bastante antes de utilizar. Utilize uma embalagem tipo spray para armazenar e aplicar o produto.

O spray facilita a aplicação do produto por igual, porém alguns cachorros ficam incomodados com o barulho feito por esse recipiente, nesse caso a aplicação deve ser feita com as mãos. Aplique o produto diariamente por toda a extensão dos pelos do seu cachorro.

Remédios caseiros para pulgas e carrapatos

Remédios caseiros para pulgas e carrapatos para Gatos

É de extrema importância entender que gatos e cachorros são diferentes e os remédios caseiros para acabar com pulgas e carrapatos nessas espécies também devem ser diferentes.

Gatos metabolizam substâncias tóxicas de maneira diferente dos cachorros, e alguma substâncias não são metabolizadas muito bem pelo seu organismo, podendo causar danos irreversíveis ao seu bicho de estimação.

Abaixo você confere uma receita caseira segura para acabar com as pulgas e carrapatos do seu felino. Lembre-se, esse remédio é especifico para gatos. Para o preparo você precisará de;

  • 2 copos de vinagre de maçã integral
  • 1 colher de sopa de pó de folha de neem (encontrado em lojas de produtos veterinários)
  • 1 colher de sopa de lavanda em pó
  • 1 colher de sopa de folhas de hortelã secas e em pó
  • 1 colhe de sopa de babosa (utilize o gel presente no interior da folha)
  • 3 copos de água filtrada

Com todos os ingredientes em mãos, é hora de preparar o seu repelente caseiro para pulgas e carrapatos em gatos.

Misture o vinagre de maçã aos ingredientes herbais do composto (neem, lavanda, hortelã e babosa), feito isso você deve colocar o preparo em um recipiente e deixar em repouso por 1 ou 2 semanas, balançando o recipiente diariamente para ajudar na extração dos compostos.

Passado o tempo de cura do preparo, você deve misturar-lo a água filtrada, agitando bem. Após isso coe a mistura a fim de obter um líquido sem resíduos que possam atrapalhar na hora da aplicação com o borrifador.

Após coado, coloque o composto em um borrifador e aplique o produto diariamente nos pelos do seu gato. Tome cuidado para não aplicar o produto na cara do seu bichinho, pode causar irritação.

Gostou das nossas dicas sobre remédios caseiros para pulgas e carrapatos? Deixe seu comentário!

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Não é frequente, mas ainda sim vale a preocupação, por isso, quem tem animal em casa deve procurar prevenir meu bichano desde filhote contra a raiva. Esta doença não tem cura e mata em 100% dos casos e a única forma de prevenção é a Vacina Antirrábica.

Além da preocupação com o animal, os donos também devem ter cuidado, pois a Raiva é uma zoonose afeta os seres humanos. Pessoas podem se vacinar contra a raiva também, pois a vacina não contém o vírus vivo e não faz mal.

Como a raiva é transmitida?

A raiva é transmitida pela saliva dos animais contaminados, e passa por meio da mordida dos cães ou gatos doentes, sendo que nos cachorros e pessoas, o vírus pode ficar no organismo por até dois meses até que se perceba os sintomas. Estes sinais são parecidos, mas nos gatos, ocorrem de forma menos agressiva.

Nas pessoas, ela é transmitida pela inoculação do vírus presente na saliva e secreções do cão ou gato infectado, geralmente pela mordida.

Como e quando aplicar a vacina antirrábica?

Sendo a única maneira de prevenir a Raiva, a Vacina Antirrábica deve ser aplicada nos cães e gatos ainda quando filhotes, com no mínimo quatro.

Em humanos, pode ser utilizada de duas maneiras: antes da pessoa contaminada, mas em risco ou caso ela se contamine.

Raiva em humanos

Por ser uma doença incurável nos animais, quando transmitida para as pessoas, pode ser extremamente agressiva e, alguns casos, fatal. Mas como nos humanos a raiva tem cura, assim que perceber os sintomas, procure de imediato, um local especializado em doenças infecciosas.

Lactante pode tomar essa vacina?

Esta vacina não tem contraindicação, pois é uma doença muito grave, com nível de fatalidade de 100%.

Doses da vacina contra a raiva

É preciso três doses, intercalando-as de sete em sete dias nas duas primeiras doses e para a terceira, aguarde 28 dias após a primeira. Caso a exposição ao vírus persista, tome uma dose de reforço em seis a 12 meses após a primeira dose.

Cães com Raiva

A Raiva nos cães pode aparecer de três maneiras:
Raiva Furiosa – o animal de isola e morde o ar, fica muito agitado, sem motivo;
Raiva Muda – cansaço, permanência em lugares escuros e leva à paralisia e, ao óbito rapidamente;
Raiva Intestinal – mais rara e agressiva, causa cólicas, vômitos e hemorragias gastrointestinais. Mata em menos de três dias.

É comum o cão que foi mordido por outro doente, começa a lamber, excessivamente, o local da mordida, recusa comida e come os próprios excrementos. Salivar demais é sinal clássico e pontual de um cachorro infectado. Quando chega a este estágio, já começa a ficar mais agressivo e ter partes do corpo paralisadas, chegando a falecer em até 48h.

Raiva em gatos

Os sinais de raiva em gatos são: alteração brusca de comportamento, perda de apetite, hidrofobia, febre, agitação e salivação incomum, ficam muitos agressivos e paralisia, levando os felinos ao óbito com 10 dias.

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A tosse significa inúmeras coisas e é causada por irritações no sistema respiratório. Este é um sistema complexo que opera a boca e o nariz, a faringe (garganta), laringe (cordas vocais), traqueia, brônquios e passagens de ar pequenas dos pulmões. Engana-se quem pensa que tosse é coisa simples e pode acarretar em doenças mais sérias.

Outra coisa para observar é se eu cão está engasgado com algum objeto estranho, como lascas de osso, algum brinquedo, madeiras, lã, etc, pois estes ficam presos na garganta ou no esôfago. Isso acometa em tosse e vomito, portanto, evite deixar objetos muito pequenos ou que seu cão não esteja acostumado a brincar por perto.

Saiba identificar o tipo de tosse:

• Tosse aguda e alta: indica doença na traqueia e brônquios;
• Tosse curta e súbita: é sinal de edema pulmonar (fluídos nos pulmões);
• Tosse úmida: indica insuficiência cardíaca ou até infecção pulmonar;
• Tosse seca e engasgada: é sinal de problemas cardíacos – cansaço constante, falta de ar e língua roxa (cianose);
• Tosse produtiva: o cão expele saliva, pus ou sangue. Associada a vírus, fungos ou bactérias.

O que fazer quando ele estiver em crise de tosse?

Uma tosse contínua, que passe de cinco dias deve ser avaliada pelo veterinário, sem muita preocupação, mas caso o cão esteja adoecendo e tossindo, é algo sério. Alguns exames são essências para identificar qual tipo de tosse seu cão e determinar o tratamento adequado a ela, como raio X do peito, exame de sangue completo, urina e fezes.

Tosse dos Canis

O que é?

Contraída, geralmente, em canis, petshops ou lugares com grande quantidade de cães, é uma tosse acompanhada de espirros, febre e falta de apetite. É esporádica, ou seja, pode ocorrer qualquer época, no entanto, é mais observada em tempos mais frios, por isso, redobre o cuidado neste período.

Causas?

São três agentes infecciosos que causam essa tosse: a bactéria Bordetella Bronchiseptica e os vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo juntos ou separados. Vale ressaltar que essa bactéria pode infectar humanos, então, é para os donos terem cuidados também.

Sintomas?

Muita tosse seca e constante, parecido com um engasgo e, às vezes, sai uma espuma branca.

O que evitar?

Exercícios físicos ou muita agitação agrava o quadro e pode gerar broncopneumonia (mais febre, corrimento nasal, apatia e o cão perde o apetite). Há relatos de secreção nos olhos em alguns animais.

Contágio?

Por meio de espirros e tosses de animais infectados em contato de animais sadios.

Tratamento?

Assim que tiver suspeita da Tosse de Canis, leve ao veterinário de imediato, pois ele dará o diagnostico correto e o tratamento adequado. Geralmente, trata-se com antibióticos e xaropes anti-inflamatórios, confinamento do animal, longe do frio, vento e locais úmidos.

Prevenção?

Vacinação! A coisa mais importante quando se adota ou compra um animal é colocar em dia as vacinas, elas podem prevenir inúmeras doenças e garantir uma vida saudável ao seu bichinho.
As indicadas são: anti-rábica e vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza).

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Cachorro com mau hálito não é normal! Esse mau cheiro revela a existência de algum problema de saúde, seja nos dentes ou mesmo d organismo. Se o dono observar mau hálito no cão, leve ao veterinário para um diagnóstico mais apurado.

São inúmeras as causas que fazem os cães terem esse odor na boca, mas o principal motivo é a má higienização dos dentes do animal.

Quais as causas do mau hálito?

A doença periodontal é a causa mais vista em cães com mau hálito e é causada pelas placas bacterianas acumuladas nos dentes. Este acúmulo gera inflamações na gengiva (gengivite). Cárie não acomete os cães, pois sua saliva possui componentes que inibem o aparecimento delas.

Como identificar o mau hálito no cão?

Muitos cães são permitem ou não ficam à vontade com pessoas ou mesmo os donos manuseando suas bocas e focinhos, por isso, para identificar o mau hálito, delicadamente, segure o focinho e levante as bochechas para ver os dentes.

Cheque todos os dentes do animal, principalmente os molares e pré-molares, pois por estarem no fundo, acumulam maior quantidade de comida, consequentemente, mais bactérias podem se proliferar. Observe também as gengivas, caso estejam vermelhas, mas sem placa, indica problema digestivo, renal, ou alguma disfunção no sistema imunológico do cão.

Como prevenir o mau hálito?

Duas dicas infalíveis: mantenha a higiene do seu cão em dia, escove seus dentes e ofereça uma alimentação adequada, sem comidas que não sejam próprias para cães. Assim, ele terá uma saúde de ferro e ficará cheiroso sempre, tanto o corpo quanto a boca.

Uma escovação em dia e dieta saudável, o sistema imunológico do animal se fortalece e previnem inúmeras doenças, principalmente, as periodontais. Caso tenha dúvidas, verifique produtos e hábitos com seu veterinário para saber a melhor maneira de combater a halitose do seu cãozinho.

Mau hálito nos cães é coisa séria

É de suma importância tratar o mau hálito canino no início, saber as causas e o tratamento adequado para cada caso, pois, quando uma gengivite evolui, por exemplo, ocorre destruição do tecido da gengiva, exposição da raiz e perda dos dentes.

Uma gengiva inflamada está propensa a bactérias e entram nos cabelos e alcançam desde a corrente sanguínea até órgãos vitais, como os rins e o coração, por exemplo. A halitose pode gerar doenças mais graves e levar seu cão ao óbito.

Quando um cão está com mau hálito se lambe e coça com a boca, ele deixa pelo corpo um odor muito desagradável. Por isso, nem sempre o mau cheiro dele vem de sua pele. Caso o mau hálito seja a causa, após o tratamento dentário, o cheiro do cachorro vai melhorar bastante, claro, com a devida higiene diária.

Ingredientes naturais

Existem líquidos que controlam o acúmulo de placas e tártaros. São ingredientes 100% naturais e saudáveis, ricos em vitaminas B como suco de beterraba incolor, zinco e glicerina vegetal. Sem álcool e conservante, gosto e cheiro, são ideais para complementar a alimentação do cachorro, fortalecendo os dentes e evitando que o cão tenha halitose ou outras doenças do gênero.

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Neste período mais frio, é comum muitos cãezinhos adoecerem ou até falecerem. Mas isso pode ser evitado com pequenos cuidados que os donos devem ter no inverno. Pensando no bem estar do seu pet, selecionamos oito ótimas dicas para que seu cão não passe frio no inverno nem fique doente.

Cuidados com seu cão no inverno

Banho

Cachorros por natureza não gostam muito de banho, imagina no frio? Mas no inverno pode dar essa colher de chá para os bichinhos. É recomendável pouco banho, água morna e evitar dar banho em dias muito frios e, se possível, ao terminar, seque o pelo no secador.

Tosa

Acha que o pelo está muito grande? Ótimo! Se o cão tem muito pelo, mantenha a pelagem grande, isso vai aquecê-lo durante o inverno. Não tose o cachorro neste período. Uma boa economia, não é mesmo?

Roupas

Se for uma raça de pelo curto, coloque roupas quentes no cachorro, como o Pinscher, por exemplo. Essas são as que mais adoecem no inverno, pois não possuem proteção natural. Para essas e algumas de pelo grande, é fundamental o uso de roupas, de lã, malha, o que for, mas que mantenha o cão aquecido.

Casinha

Caso seu cão tenha uma casinha, reforce os cobertores dela e verifique se não está furada, quebrada ou entrando alguma corrente de ar nela. Mas, se ele dormir em ambientes abertos, monte um espaço para ele que o aqueça, cubra espaços que possam molhar ou ventar muito.

Passeio

Caminhadas ainda é essencial para uma boa saúde do seu cão, por isso, não deixe de passear com ele, mas faça isso em dias mais quentes e/ou horários de maior incidência solar (de 11h às 15h);

Comida

Neste período é comum os cães terem mais fome, mesmo se exercitando menos, eles comem mais. E é importante que isso aconteça, por isso, no inverno, aumente a quantidade de comida do seu cão de 20% a 30% a mais;

Vacina

A dica mais importante de todas: vacina em dia! Desde filhote é crucial que o dono tenha todas as vacinas em dia, pois um descuido pode causar um dano enorme. E no inverno essa atitude pode evitar que seu cão adoeça, principalmente por que ele está mais vulnerável à gripe e cinomose;

Pós-banho

Após o banho é recomendado que o cão não saia em áreas externas ou passeie. Mesmo estando totalmente seco, o expor ao clima externo é perigoso, causa choque térmico, além de comprometer todo o sistema imunológico do animal.

Todos esses cuidados são importantes para que seu cão passe o inverno aquecido, confortável e livre de doenças. Mas, caso perceba algum comportamento diferente ou sinais de gripe ou cinomose, leve seu cãozinho imediatamente ao veterinário. Não pense que uma tosse, uma coceira ou mesmo um espirro é coisa simples, pois, quando se trata de um ser que não sabe expressar com palavras o que sente, todo cuidado é pouco!

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