Categoria: Cuidados

Sair para passear com o cachorro, dependendo do estado de ânimo do animal, pode ser um grande tormento. Se ele começa a avançar nas pessoas, as coleiras tradicionais não são suficientes para conté-lo. Se o seu cachorro não é acostumado a passear e quando sai na rua avança em todo mundo, um enforcador para cães, talvez, seja uma boa opção para ensiná-lo.  

Como usar enforcador para cães ? 

O enforcador para cães é um tipo de coleira que serve como um treinamento para cachorros que são agressivos, avançam nas pessoas nas ruas ou que tenham algum outro problema.  Embora esse tipo de coleira já exista há um bom tempo, a versão moderna, como conhecemos, foi criado há pouco tempo por um veterinário. 

O enforcador trabalha com um simples princípio, todas as vezes que o cão puxar além do que pode, a coleira irá lhe provocar uma pequena dor. Como resultado, o cão aprende que para evitar essa sensação incômoda, ele não pode puxar.  

Mas como todo tipo de treinamento usado para adestrar animal, o enforcador para cães possui um lado bom e um lado ruim, cabe ao dono decidir se deve ou não o usar. Mas se você deseja usar o enforcador para adestrar o seu cão, vamos ensinar a maneira correta de usá-lo. 

Enforcador para cães 

 

Dicas

Para usar o enforcador para cães, existe uma série de fatores que devem ser levados em conta antes de começar o uso.  O primeiro fator que você deve levar em consideração é avaliar as características de seu animal. Alguns tipos de cachorros não podem usar enforcador, por exemplo, raças de cães pequenos como poodle e chihuahuas, e cachorros que possuem o pescoço muito magro, como o greyhound. 

O enforcador também não deve ser usado em cachorros que ainda não atingiram um ano de idade, pois o pescoço ainda não é firme o suficiente. Também deve ser evitado em cães com muitos pelos no pescoço, como a raça border collies.  Se o cão costuma puxar a coleira com muita frequência, mesmo usando o enforcador, você também deve interromper o uso, pois com o tempo, o enforcador pode causar lesões no pescoço, além do enforcamento. 

Antes de usar o enforcador, outro ponto muito importante que você precisa saber é como posicionar a coleira.  Um enforcador mal posicionado pode não surtir nenhum efeito ou, então, causar danos ao cão.  A posição correta do enforcador para cães é na parte de cima do pescoço, atrás da orelha e a coleira com no mínimo dois dedos sobrando atrás do cão.  

Usando todas essas informações de maneira correta, cabe ao dono decidir se deve ou não usar o enforcador para cães em seu cachorro.  

Materiais 

O enforcador para cães pode ser feito com diversos tipos de materiais. Os mais comuns são os feitos em couro, aço e corda. O enforcador de aço é o mais agressivo e pode lesionar o animal. 

Enforcador para cães machuca? 

Dependendo de qual material, o enforcador para cães pode machucar. Além disso, o enforcador possui outras desvantagens. Dependendo da situação, o desconforto que o enforcador causa pode aumentar a agressividade do cão, surtindo um efeito contrário. 

O cão pode ficar nervoso e atacar quem esteja segurando o enforcador. Se usado de maneira errada e de forma abusiva, o enforcador pode causar diversos danos físicos e psicológicos para o animal. O enforcador para cães cria um nível muito alto de estresse no animal, é uma das ferramentas de adestramento que mais causam esse tipo estresse. 

Não há nenhuma garantia que o enforcador para cães realmente funcione, ele pode ter efeito apenas temporário, ou seja, o cão só irá respeita enquanto estiver usando.  

Para cães de grande porte 

Tirando todas aquelas exceções que citamos acima, o enforcador para cachorros pode ser usado em qualquer outro tipo de animal, inclusive cães de grande porte.  Mas é bom lembrar que, quanto maior for a força do animal, mais o enforcador irá causar incomodo.  Se o cão for muito grande e puxar muito, o inforcador pode acabar machucando.  

Por isso, é bom tomar cuidado para saber se o enforcador não está causando graves lesões. 

Preço 

O preço do enforcador  para cães varia dependendo do tipo de material e marca.  O enforcador corrente é o mais barato, a média de preço é de R$ 7,00.  Já outros enforcadores mais trabalhados e mais resistentes podem custar de R$ 30,00 até R$80,00 ou RS100,00.  

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Quem tem animal de estimação sabe que, assim como os seres humanos, os bichinhos também adoecem e se machucam.  Acidentes em casa com cães e gatos acontecem com muita frequência, quedas de alturas, feridas por queimadura, intoxicação por ingestão de substancias venenosas, e outros.  Se você tem um bichinho em casa, provavelmente, você já passou por isso. No post de hoje, vamos te ensinar a dar os primeiros socorros para cães e gatos em casa.

Primeiros socorros para cães e gatos de queimadura

É muito comum ocorrer acidentes domésticos com cães e gatos, quem tem esses animais de estimação está acostumado a passar por isso com frequência. Muitos objetos que temos em casa, podem se tornar uma armadilha para esses bichinhos.

Quando são filhotes, principalmente, o cuidado deve ser redobrado.  Os filhotes de cães e gatos costumam sair comendo tudo que veem pela frente e engasgamento costuma ser a maior causa de acidentes. Outra grande armadilha que temos para os animais em casa são os fornos, fogão e choques elétricos, que resultam em queimaduras.

Para a maioria dos casos de queimaduras e feridas, segundo veterinários, os primeiros socorros para cães e gatos devem ser simples e sem necessidade do uso de medicamentos.  Se o seu animal sofreu uma queimadura por fogo, os veterinários orientam que você deve abafar as chamas com algum tipo de cobertor ou um pano qualquer e, em seguida, você deve utilizar compressas frias e passar no local onde está ferido.

Em hipótese alguma, você deve fazer o uso de pomadas ou pasta de dentes para passar na queimadura. Após os primeiros socorros, você deve levar o seu animal para um veterinário, com uma toalha molhada cobrindo a queimadura.  Outra coisa muito importante que não deve ser feito em nenhuma hipótese, não tente remover a pele queimada sozinho, isso irá causar uma grande dor ao animal e pode piorar a situação.

Primeiros Socorros para cães e gatos

Para Picadas de inseto

Os primeiros socorros para cães e gatos em caso de picada de inseto são simples. Se o seu animal sofreu uma picada, você deve utilizar uma compressa fria no local e passar gelo para diminuir a absorção do veneno do inseto.  Os veterinários recomendam que você não dê medicamentos para o animal e nem tente arrancar o ferrão com as mãos. Após dar os primeiros socorros, procure um veterinário para uma melhor análise do caso.

Primeiros socorros para cães e gatos de choque elétrico

Os equipamentos eletrônicos podem ser perigosos para os animais de estimação em casa, principalmente, em épocas de natal com a casa cheia de luzes.  Em caso de choque elétrico, os primeiros socorros para cães e gatos devem ser feitos com cuidado.

Primeiro, não toque no animal se ele estiver preso em uma corrente elétrica, pois você também pode levar choque. Desligue a corrente elétrica e em seguida, afaste o animal do local do choque.  Os veterinários orientam a não dar nenhum tipo de medicamento ao cão ou gato, após os primeiros socorros, encaminhe o seu animal ao veterinário.

Produtos Químicos

Alguns produtos de limpeza que temos em casa podem provocar queimaduras nos animais. Em caso de acidentes com produtos químicos, lave bem o local com água corrente fria, por cerca de 10 minutos. Se o produto cair nos olhos do animal, você deve lavar bem com agua corrente e usar um soro fisiológico.

Produtos em pó são os mais prejudiciais. Se o animal estiver alcançado algum desses produtos, faça o possível para proteger os olhos, a boca e o focinho.  Você deve tentar retirar a maior parte possível do produto com algum pano. Não molhe a boca ou os olhos, pois isso por fazer com que o produto seja absorvido. Procure um veterinário mais próximo.

Primeiros Socorros para cães e gatos 

Medicamentos

Em caso de medicamentos, não há muito o que fazer nos primeiros socorros para cães e gatos. Assim que você perceber que o animal ingeriu algum medicamento, encaminho o animal ao um veterinário e leve a caixa do medicamento.

Plantas

Algumas espécies de plantas podem ser perigosas para o animal e causa irritação na mucosa.  Se o animal ingerir alguma planta, não dê medicamento e nem tente provocar o vômito. Se o animal começar a salivar, o melhor a se fazer é dar água e lavar a boca do animal com água corrente. Leve o animal ao veterinário, junto com a planta que ele ingeriu.

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Cuidar da saúde do seu bichinho de estimação é primordial para garantir a qualidade de vida deles e um fator que tira a tranqüilidade de cães e gatos é a presença de pulgas e carrapatos.  Geralmente muito caros,  remédios para pulgas e carrapatos podem desfalcar o orçamento, porém existem opções de remédios caseiros para pulgas e carrapatos, eles são fáceis de fazer e ficam muito mais em conta.

Remédios caseiros para pulgas e carrapatos para cães

Remédios caseiros para acabar com pulgas e carrapatos em cães, geralmente usam como principio ativo óleos essenciais, esses óleos possuem efeito repelente a essas pragas e podem deixar o seu bichinho livre desse problema.

Abaixo você confere 2 receitas de remédios caseiros para acabar com as pulgas e carrapatos do seu cachorro:

Óleo essencial de amêndoas composto

Para acabar com as pulgas e carrapatos do seu cachorro você pode utilizar um óleo composto que é super eficaz nesse propósito, para o preparo você precisará de;

  • 50 ml de óleo de amêndoas doces
  • 2 gotas de óleo essencial de citronela
  • 10 gotas de óleo essencial de hortelã
  • 3 gostas de óleo essencial de limão

Com os ingredientes em mãos, misture todos os óleos em um vidro de cor escura. Os de xarope é uma boa dica, dessa forma você evita que a mistura perca o efeito devido à luz. Aplique gotas do produto na nuca, patas, base do rabo e peito do seu cachorro.

Você pode também pingar algumas gotas na coleira do seu cachorro, aumentando a efetividade do tratamento. A aplicação deve ser realizada diariamente até sumirem as pulgas e carrapatos.

Spray anti pulgas e carrapatos

Como repelente de pulgas e carrapatos nos cachorros, você pode utilizar um spray caseiro que promete fazer com que você se livre de uma vez por todas desse problema.  Para o preparo você precisará de;

  • 1 colher de sopa de glicerina vegetal
  • 15 ml de álcool de grãos ou vodka
  • 1 colher de sopa de óleo de rícino
  • 10 gotas de extrato de semente de uva
  • 100 ml de água
  • 3 gotas de óleo essencial de citronela
  • 10 gotas de óleo essencial de hortelã

Misture todos os ingredientes e bata bastante antes de utilizar. Utilize uma embalagem tipo spray para armazenar e aplicar o produto.

O spray facilita a aplicação do produto por igual, porém alguns cachorros ficam incomodados com o barulho feito por esse recipiente, nesse caso a aplicação deve ser feita com as mãos. Aplique o produto diariamente por toda a extensão dos pelos do seu cachorro.

Remédios caseiros para pulgas e carrapatos

Remédios caseiros para pulgas e carrapatos para Gatos

É de extrema importância entender que gatos e cachorros são diferentes e os remédios caseiros para acabar com pulgas e carrapatos nessas espécies também devem ser diferentes.

Gatos metabolizam substâncias tóxicas de maneira diferente dos cachorros, e alguma substâncias não são metabolizadas muito bem pelo seu organismo, podendo causar danos irreversíveis ao seu bicho de estimação.

Abaixo você confere uma receita caseira segura para acabar com as pulgas e carrapatos do seu felino. Lembre-se, esse remédio é especifico para gatos. Para o preparo você precisará de;

  • 2 copos de vinagre de maçã integral
  • 1 colher de sopa de pó de folha de neem (encontrado em lojas de produtos veterinários)
  • 1 colher de sopa de lavanda em pó
  • 1 colher de sopa de folhas de hortelã secas e em pó
  • 1 colhe de sopa de babosa (utilize o gel presente no interior da folha)
  • 3 copos de água filtrada

Com todos os ingredientes em mãos, é hora de preparar o seu repelente caseiro para pulgas e carrapatos em gatos.

Misture o vinagre de maçã aos ingredientes herbais do composto (neem, lavanda, hortelã e babosa), feito isso você deve colocar o preparo em um recipiente e deixar em repouso por 1 ou 2 semanas, balançando o recipiente diariamente para ajudar na extração dos compostos.

Passado o tempo de cura do preparo, você deve misturar-lo a água filtrada, agitando bem. Após isso coe a mistura a fim de obter um líquido sem resíduos que possam atrapalhar na hora da aplicação com o borrifador.

Após coado, coloque o composto em um borrifador e aplique o produto diariamente nos pelos do seu gato. Tome cuidado para não aplicar o produto na cara do seu bichinho, pode causar irritação.

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Não é frequente, mas ainda sim vale a preocupação, por isso, quem tem animal em casa deve procurar prevenir meu bichano desde filhote contra a raiva. Esta doença não tem cura e mata em 100% dos casos e a única forma de prevenção é a Vacina Antirrábica.

Além da preocupação com o animal, os donos também devem ter cuidado, pois a Raiva é uma zoonose afeta os seres humanos. Pessoas podem se vacinar contra a raiva também, pois a vacina não contém o vírus vivo e não faz mal.

Como a raiva é transmitida?

A raiva é transmitida pela saliva dos animais contaminados, e passa por meio da mordida dos cães ou gatos doentes, sendo que nos cachorros e pessoas, o vírus pode ficar no organismo por até dois meses até que se perceba os sintomas. Estes sinais são parecidos, mas nos gatos, ocorrem de forma menos agressiva.

Nas pessoas, ela é transmitida pela inoculação do vírus presente na saliva e secreções do cão ou gato infectado, geralmente pela mordida.

Como e quando aplicar a vacina antirrábica?

Sendo a única maneira de prevenir a Raiva, a Vacina Antirrábica deve ser aplicada nos cães e gatos ainda quando filhotes, com no mínimo quatro.

Em humanos, pode ser utilizada de duas maneiras: antes da pessoa contaminada, mas em risco ou caso ela se contamine.

Raiva em humanos

Por ser uma doença incurável nos animais, quando transmitida para as pessoas, pode ser extremamente agressiva e, alguns casos, fatal. Mas como nos humanos a raiva tem cura, assim que perceber os sintomas, procure de imediato, um local especializado em doenças infecciosas.

Lactante pode tomar essa vacina?

Esta vacina não tem contraindicação, pois é uma doença muito grave, com nível de fatalidade de 100%.

Doses da vacina contra a raiva

É preciso três doses, intercalando-as de sete em sete dias nas duas primeiras doses e para a terceira, aguarde 28 dias após a primeira. Caso a exposição ao vírus persista, tome uma dose de reforço em seis a 12 meses após a primeira dose.

Cães com Raiva

A Raiva nos cães pode aparecer de três maneiras:
Raiva Furiosa – o animal de isola e morde o ar, fica muito agitado, sem motivo;
Raiva Muda – cansaço, permanência em lugares escuros e leva à paralisia e, ao óbito rapidamente;
Raiva Intestinal – mais rara e agressiva, causa cólicas, vômitos e hemorragias gastrointestinais. Mata em menos de três dias.

É comum o cão que foi mordido por outro doente, começa a lamber, excessivamente, o local da mordida, recusa comida e come os próprios excrementos. Salivar demais é sinal clássico e pontual de um cachorro infectado. Quando chega a este estágio, já começa a ficar mais agressivo e ter partes do corpo paralisadas, chegando a falecer em até 48h.

Raiva em gatos

Os sinais de raiva em gatos são: alteração brusca de comportamento, perda de apetite, hidrofobia, febre, agitação e salivação incomum, ficam muitos agressivos e paralisia, levando os felinos ao óbito com 10 dias.

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A tosse significa inúmeras coisas e é causada por irritações no sistema respiratório. Este é um sistema complexo que opera a boca e o nariz, a faringe (garganta), laringe (cordas vocais), traqueia, brônquios e passagens de ar pequenas dos pulmões. Engana-se quem pensa que tosse é coisa simples e pode acarretar em doenças mais sérias.

Outra coisa para observar é se eu cão está engasgado com algum objeto estranho, como lascas de osso, algum brinquedo, madeiras, lã, etc, pois estes ficam presos na garganta ou no esôfago. Isso acometa em tosse e vomito, portanto, evite deixar objetos muito pequenos ou que seu cão não esteja acostumado a brincar por perto.

Saiba identificar o tipo de tosse:

• Tosse aguda e alta: indica doença na traqueia e brônquios;
• Tosse curta e súbita: é sinal de edema pulmonar (fluídos nos pulmões);
• Tosse úmida: indica insuficiência cardíaca ou até infecção pulmonar;
• Tosse seca e engasgada: é sinal de problemas cardíacos – cansaço constante, falta de ar e língua roxa (cianose);
• Tosse produtiva: o cão expele saliva, pus ou sangue. Associada a vírus, fungos ou bactérias.

O que fazer quando ele estiver em crise de tosse?

Uma tosse contínua, que passe de cinco dias deve ser avaliada pelo veterinário, sem muita preocupação, mas caso o cão esteja adoecendo e tossindo, é algo sério. Alguns exames são essências para identificar qual tipo de tosse seu cão e determinar o tratamento adequado a ela, como raio X do peito, exame de sangue completo, urina e fezes.

Tosse dos Canis

O que é?

Contraída, geralmente, em canis, petshops ou lugares com grande quantidade de cães, é uma tosse acompanhada de espirros, febre e falta de apetite. É esporádica, ou seja, pode ocorrer qualquer época, no entanto, é mais observada em tempos mais frios, por isso, redobre o cuidado neste período.

Causas?

São três agentes infecciosos que causam essa tosse: a bactéria Bordetella Bronchiseptica e os vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo juntos ou separados. Vale ressaltar que essa bactéria pode infectar humanos, então, é para os donos terem cuidados também.

Sintomas?

Muita tosse seca e constante, parecido com um engasgo e, às vezes, sai uma espuma branca.

O que evitar?

Exercícios físicos ou muita agitação agrava o quadro e pode gerar broncopneumonia (mais febre, corrimento nasal, apatia e o cão perde o apetite). Há relatos de secreção nos olhos em alguns animais.

Contágio?

Por meio de espirros e tosses de animais infectados em contato de animais sadios.

Tratamento?

Assim que tiver suspeita da Tosse de Canis, leve ao veterinário de imediato, pois ele dará o diagnostico correto e o tratamento adequado. Geralmente, trata-se com antibióticos e xaropes anti-inflamatórios, confinamento do animal, longe do frio, vento e locais úmidos.

Prevenção?

Vacinação! A coisa mais importante quando se adota ou compra um animal é colocar em dia as vacinas, elas podem prevenir inúmeras doenças e garantir uma vida saudável ao seu bichinho.
As indicadas são: anti-rábica e vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza).

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Cachorro com mau hálito não é normal! Esse mau cheiro revela a existência de algum problema de saúde, seja nos dentes ou mesmo d organismo. Se o dono observar mau hálito no cão, leve ao veterinário para um diagnóstico mais apurado.

São inúmeras as causas que fazem os cães terem esse odor na boca, mas o principal motivo é a má higienização dos dentes do animal.

Quais as causas do mau hálito?

A doença periodontal é a causa mais vista em cães com mau hálito e é causada pelas placas bacterianas acumuladas nos dentes. Este acúmulo gera inflamações na gengiva (gengivite). Cárie não acomete os cães, pois sua saliva possui componentes que inibem o aparecimento delas.

Como identificar o mau hálito no cão?

Muitos cães são permitem ou não ficam à vontade com pessoas ou mesmo os donos manuseando suas bocas e focinhos, por isso, para identificar o mau hálito, delicadamente, segure o focinho e levante as bochechas para ver os dentes.

Cheque todos os dentes do animal, principalmente os molares e pré-molares, pois por estarem no fundo, acumulam maior quantidade de comida, consequentemente, mais bactérias podem se proliferar. Observe também as gengivas, caso estejam vermelhas, mas sem placa, indica problema digestivo, renal, ou alguma disfunção no sistema imunológico do cão.

Como prevenir o mau hálito?

Duas dicas infalíveis: mantenha a higiene do seu cão em dia, escove seus dentes e ofereça uma alimentação adequada, sem comidas que não sejam próprias para cães. Assim, ele terá uma saúde de ferro e ficará cheiroso sempre, tanto o corpo quanto a boca.

Uma escovação em dia e dieta saudável, o sistema imunológico do animal se fortalece e previnem inúmeras doenças, principalmente, as periodontais. Caso tenha dúvidas, verifique produtos e hábitos com seu veterinário para saber a melhor maneira de combater a halitose do seu cãozinho.

Mau hálito nos cães é coisa séria

É de suma importância tratar o mau hálito canino no início, saber as causas e o tratamento adequado para cada caso, pois, quando uma gengivite evolui, por exemplo, ocorre destruição do tecido da gengiva, exposição da raiz e perda dos dentes.

Uma gengiva inflamada está propensa a bactérias e entram nos cabelos e alcançam desde a corrente sanguínea até órgãos vitais, como os rins e o coração, por exemplo. A halitose pode gerar doenças mais graves e levar seu cão ao óbito.

Quando um cão está com mau hálito se lambe e coça com a boca, ele deixa pelo corpo um odor muito desagradável. Por isso, nem sempre o mau cheiro dele vem de sua pele. Caso o mau hálito seja a causa, após o tratamento dentário, o cheiro do cachorro vai melhorar bastante, claro, com a devida higiene diária.

Ingredientes naturais

Existem líquidos que controlam o acúmulo de placas e tártaros. São ingredientes 100% naturais e saudáveis, ricos em vitaminas B como suco de beterraba incolor, zinco e glicerina vegetal. Sem álcool e conservante, gosto e cheiro, são ideais para complementar a alimentação do cachorro, fortalecendo os dentes e evitando que o cão tenha halitose ou outras doenças do gênero.

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Neste período mais frio, é comum muitos cãezinhos adoecerem ou até falecerem. Mas isso pode ser evitado com pequenos cuidados que os donos devem ter no inverno. Pensando no bem estar do seu pet, selecionamos oito ótimas dicas para que seu cão não passe frio no inverno nem fique doente.

Cuidados com seu cão no inverno

Banho

Cachorros por natureza não gostam muito de banho, imagina no frio? Mas no inverno pode dar essa colher de chá para os bichinhos. É recomendável pouco banho, água morna e evitar dar banho em dias muito frios e, se possível, ao terminar, seque o pelo no secador.

Tosa

Acha que o pelo está muito grande? Ótimo! Se o cão tem muito pelo, mantenha a pelagem grande, isso vai aquecê-lo durante o inverno. Não tose o cachorro neste período. Uma boa economia, não é mesmo?

Roupas

Se for uma raça de pelo curto, coloque roupas quentes no cachorro, como o Pinscher, por exemplo. Essas são as que mais adoecem no inverno, pois não possuem proteção natural. Para essas e algumas de pelo grande, é fundamental o uso de roupas, de lã, malha, o que for, mas que mantenha o cão aquecido.

Casinha

Caso seu cão tenha uma casinha, reforce os cobertores dela e verifique se não está furada, quebrada ou entrando alguma corrente de ar nela. Mas, se ele dormir em ambientes abertos, monte um espaço para ele que o aqueça, cubra espaços que possam molhar ou ventar muito.

Passeio

Caminhadas ainda é essencial para uma boa saúde do seu cão, por isso, não deixe de passear com ele, mas faça isso em dias mais quentes e/ou horários de maior incidência solar (de 11h às 15h);

Comida

Neste período é comum os cães terem mais fome, mesmo se exercitando menos, eles comem mais. E é importante que isso aconteça, por isso, no inverno, aumente a quantidade de comida do seu cão de 20% a 30% a mais;

Vacina

A dica mais importante de todas: vacina em dia! Desde filhote é crucial que o dono tenha todas as vacinas em dia, pois um descuido pode causar um dano enorme. E no inverno essa atitude pode evitar que seu cão adoeça, principalmente por que ele está mais vulnerável à gripe e cinomose;

Pós-banho

Após o banho é recomendado que o cão não saia em áreas externas ou passeie. Mesmo estando totalmente seco, o expor ao clima externo é perigoso, causa choque térmico, além de comprometer todo o sistema imunológico do animal.

Todos esses cuidados são importantes para que seu cão passe o inverno aquecido, confortável e livre de doenças. Mas, caso perceba algum comportamento diferente ou sinais de gripe ou cinomose, leve seu cãozinho imediatamente ao veterinário. Não pense que uma tosse, uma coceira ou mesmo um espirro é coisa simples, pois, quando se trata de um ser que não sabe expressar com palavras o que sente, todo cuidado é pouco!

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Um cachorro feliz e saudável é o desejo de qualquer dono que ame seu bichinho de estimação, mas a verdade é que qualquer descuido pode fazer com que o cachorro adoeça ou cause algum prejuízo para seu corpo. O vômito, por sua vez, é uma reação de defesa do organismo do animal e na maioria das vezes indica que há algo errado. Assim, veja quais podem ser as causas do seu cachorro vomitando e saiba como proceder.

Excesso de comida

Por incrível que pareça, alguns cachorros de porte menor sofrem de uma condição em que eles não conseguem dosar o quanto comem. Isso significa que eles vão comer quantas vezes a eles a comida for oferecida e eles também comerão toda a quantidade disponível.

Como isso normalmente significa um volume maior do que o corpo deles realmente aguenta, o vômito pode ser uma causa natural do excesso de comida. Esse é um dos casos considerados menos graves de cachorro vomitando, porque se trata de uma situação pontual, mas é muito importante passar a dosar a quantidade de comida do cão.

Envenenamento

Se o seu cachorro estiver vomitando e, principalmente, estiver espumando procure ajuda imediatamente. Esse tipo de sintoma é um forte indicador de que o animal pode ter sido envenenado e o vômito é uma consequência do efeito do veneno no organismo.

Esse envenenamento pode ter acontecido tanto por causar naturais, como um bicho ou uma planta, como pode ter sido de maneira proposital. Por isso, a ajuda deve ser procurada o quanto antes para evitar danos maiores.

Doença viral ou bacteriana

Doenças mais graves como cinomose, parvovirose e doença do carrapato podem causar o sintoma de vômito no animal, normalmente associado à diarreia e febre.

Quando os sintomas aparecem é porque a doença já passou pelo período de incubação e começou a se manifestar, o que indica a necessidade urgente de procurar ajuda médica. Sem isso, a doença pode se desenvolver e se espalhar ainda mais, podendo levar à morte do animal.

Gastrite e úlcera

Gastrite e úlcera também são doenças comuns em cachorros e normalmente são indicadas por vômitos logo pela manhã ou quando o cachorro ainda não comeu. Normalmente o vomito vem em forma de líquido biliar, de cor amarelada.

Embora possa não parecer grave, os vômitos constantes podem causar lacerações no aparelho digestivo do animal e por isso também é necessário procurar um médico assim que surgirem os primeiros sintomas. Isso ajuda, inclusive, na qualidade de vida do animal.

Ingestão de objetos estranhos

Cachorros são curiosos por natureza e isso pode fazer com que eles terminem ingerindo algum objeto estranho. Se esse objeto não puder ser digerido ou eliminado, então o corpo tentará expulsá-lo de qualquer maneira e para isso utilizará o vômito.

Por isso, se o seu cachorro está vomitando sem nenhum motivo aparente e sem nenhum outro sintoma é necessário levá-lo ao médico para conferir as razões. Nesses casos especificamente uma radiografia indicará a necessidade de fazer algum tipo de extração, garantindo conforto novamente ao animal.

Cachorro vomitando não é um sintoma incomum, mas nunca é um bom sinal. Alguns casos, entretanto, são mais graves do que outros e em caso de dúvidas procure sempre um médico para garantir a saúde do seu melhor amigo.

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Muitos produtos veterinários fazem promessas que não podem cumprir, especialmente no tocante a antipulgas e carrapatos. Por isso, é natural que os donos passem a ponderar muito mais a compra de um determinado produto já que é preciso ter certeza da eficiência. Os produtos da linha Pulgoff estão entre os mais vendidos, mas será que eles funcionam? Confira a seguir a resposta para essa pergunta e saiba como usar.

O que é Pulgoff?

Pulgoff é uma espécie de marca ou linha de produtos para animais que serve para eliminar e evitar infestações de pulgas e carrapatos.

Com compostos específicos e uso tópico ou interno, os produtos garantem que os animais experimentem uma proteção contínua contra pulgas e carrapatos, o que ajuda a prevenir diversas doenças.


Atenção! Muitos dos nossos leitores estão nos relatando que tiveram problemas ao usar o Pulgoff em seus pets. Para evitar que isso também ocorra com você, recomendamos que você consulte um veterinário antes de aplicar esse produto no animal.


Onde comprar o Pulgoff?

Se você pretende comprar o Pulgoff pela internet, recomendamos que você acesse o site da PeltLove e confira os preços e ofertas por lá. Atualmente eles são o maior petshop online do Brasil e possuem ótimos preços e entrega em todo Brasil! Clique a seguir para conferir o preço e as condições de entrega!

Como usar?

Por se tratar de uma linha completa, o Pulgoff não possui apenas um jeito de ser usado. Dependendo do produto ele pode ser usado de maneira tópica ou interna. Assim, os principais produtos dessa linha e seus usos incluem:

Pour On

O produto mais conhecido da linha é o Pour On e consiste basicamente em uma solução que deve ser aplicada no pelo do animal. Essa solução vem em bisnaga e é vendida de acordo com o peso do animal devido à concentração de ativos. Ela deve ser aplicada em até 48 horas após o banho e essa aplicação deve ser feita, no máximo, uma vez por semana.

Talco Antipulga

Já o talco antipulga da linha ajuda não apenas a manter a higiene, mas também retira a oleosidade do pelo do animal. Ele também deve ser aplicado uma vez por semana no corpo do animal, incluindo as patas e também pode ser aplicado no ambiente interno de duas a três vezes por semana. Para comprar o talco antipulgas da Pulgoff no site da PetLove, clique aqui.

Coleira Antipulgas

Já a coleira antipulgas Pulgoff é um dos produtos que prometem a maior proteção contra pulgas no mercado. A atuação dessa coleira consiste basicamente na liberação de um princípio ativo que fica depositado na raiz dos pelos, impedindo que pulgas e carrapatos se instalem. Essa coleira promete uma proteção de até cinco meses.

Banho a seco

Já esse produto é utilizado para garantir que o animal possa se manter higienizado sem precisar tomar banho para isso. Ele também é especialmente útil quando o objetivo é controlar infestações já instaladas. Seu uso é tópico e necessita de uma pequena quantidade de loção para realizar a limpeza. Clique aqui e confira o preço do produto na PetLove!

Funciona mesmo?

A dúvida que muitos tutores têm, entretanto, é se o produto realmente funciona. No que diz respeito à eficácia dos ativos presentes nos produtos é possível afirmar que sim, os produtos são eficientes para a proteção contra pulgas e carrapatos.

O problema, entretanto, é que proteger contra pulgas e carrapatos não significa que o animal possa ficar sujo ou em ambiente inadequado. Por mais proteção que o produto ofereça, se você não contribuir para que o seu bichinho de esti8mação esteja em um ambiente saudável e higiênico os riscos de o produto perder a eficácia existem.

Além disso, é importante se atentar ao peso do animal, já que uma dosagem menor do que a necessária não fará efeito.

O Pulgoff com seus diferentes produtos é uma opção para quem deseja que seus bichinhos de estimação fiquem livre do incômodo causado por pulgas e carrapatos. Converse com um veterinário e escolha a melhor opção para o seu caso.

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Algumas doenças são comuns para humanos e cachorros e a catarata é uma delas. Sendo uma incapacitante doença de visão, a catarata pode afetar seriamente a qualidade de vida do seu cachorro, podendo, inclusive, causar riscos para a sua segurança. Informar-se sobre a doença ainda é o melhor jeito de ajudar seu melhor amigo e, por isso, confira a seguir todas as informações sobre a catarata em cães.

Catarata em cães: O que é?

Assim como acontece com a visão humana, a visão canina pode sofrer com a catarata quando o fino tecido da lente canina sofre uma degeneração.

Quando isso acontece, essa lente perde a transparência, dificultando ou mesmo impedindo a passagem de luz. Com isso, não há como acontecer a formação total de imagens porque os estímulos visuais não chegam em outras partes do olho com eficiência, impedindo a transmissão pelo nervo ótico.

Quais as causas?

Basicamente, algumas raças de cães possuem mais predisposição genética a desenvolver esse tipo de problema ocular. As raças de porte menor, como poodle e yorkshire, tendem a sofrer mais, mas outras raças como cocker spaniel e golden retriever.

A idade também é um fator, já que com o passar dos anos pouco a pouco o organismo canino vai se deteriorando. Dentre as áreas afetadas pode estar a lente canina, fazendo com que ela termine opaca.

A diabetes canina e algum tipo de lesão ou trauma são outros fatores de risco que contribuem para a ocorrência dessa doença mesmo quando não há qualquer indicação genética.

Quais os sintomas?

Em um estágio mais avançado, os sintomas da catarata em cães são bastante pronunciados: olho com aspecto esbranquiçado ao redor e azulado no centro, dificuldade de locomoção do animal e perda total da visão.

Em estágios iniciais, entretanto, os sintomas são mais amenos e incluem, por exemplo, o animal começar a esbarrar mais frequentemente em itens pela casa. Isso se dá devida à gradual dificuldade em enxergar que o animal vai experimentando.

Como tratar?

A catarata canina não tem cura e por causa disso só pode ser tratada com cirurgia. Esse tipo de cirurgia inclui a remoção da lente danificada, que pode ou não acabar sendo substituída por outra.

De qualquer forma, mesmo com a cirurgia não é possível devolver ao cão uma visão totalmente recuperada. Apesar disso, quanto antes a doença for diagnostica melhores tendem a ser os efeitos da cirurgia, até porque mais fácil se torna a recuperação.

O problema desse tratamento, entretanto, é que os cães tendem a desenvolver inflamações pós-cirúrgicas e, com isso, o pós-operatório é fundamental para o sucesso do tratamento.

Como prevenir?

Como a maior parte dos casos possui fundo hereditário a prevenção não é exatamente uma possibilidade. Ainda assim, é sempre importante levar o seu cãozinho para consultas frequentes com o veterinário.

Assim, embora não seja possível evitar ou retardar o aparecimento da doença é possível realizar a cirurgia o quanto antes, garantindo mais qualidade de vida para o seu melhor amigo.

A catarata em cães é uma doença que não possui cura ou prevenção, mas que pode ser tratada com cirurgia para garantir mais qualidade de vida para o seu cachorro. Assim, leve-o sempre ao veterinário e ajude-o a ter uma vida ainda mais confortável.

 

 

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