Categoria: Cuidados

Não é frequente, mas ainda sim vale a preocupação, por isso, quem tem animal em casa deve procurar prevenir meu bichano desde filhote contra a raiva. Esta doença não tem cura e mata em 100% dos casos e a única forma de prevenção é a Vacina Antirrábica.

Além da preocupação com o animal, os donos também devem ter cuidado, pois a Raiva é uma zoonose afeta os seres humanos. Pessoas podem se vacinar contra a raiva também, pois a vacina não contém o vírus vivo e não faz mal.

Como a raiva é transmitida?

A raiva é transmitida pela saliva dos animais contaminados, e passa por meio da mordida dos cães ou gatos doentes, sendo que nos cachorros e pessoas, o vírus pode ficar no organismo por até dois meses até que se perceba os sintomas. Estes sinais são parecidos, mas nos gatos, ocorrem de forma menos agressiva.

Nas pessoas, ela é transmitida pela inoculação do vírus presente na saliva e secreções do cão ou gato infectado, geralmente pela mordida.

Como e quando aplicar a vacina antirrábica?

Sendo a única maneira de prevenir a Raiva, a Vacina Antirrábica deve ser aplicada nos cães e gatos ainda quando filhotes, com no mínimo quatro.

Em humanos, pode ser utilizada de duas maneiras: antes da pessoa contaminada, mas em risco ou caso ela se contamine.

Raiva em humanos

Por ser uma doença incurável nos animais, quando transmitida para as pessoas, pode ser extremamente agressiva e, alguns casos, fatal. Mas como nos humanos a raiva tem cura, assim que perceber os sintomas, procure de imediato, um local especializado em doenças infecciosas.

Lactante pode tomar essa vacina?

Esta vacina não tem contraindicação, pois é uma doença muito grave, com nível de fatalidade de 100%.

Doses da vacina contra a raiva

É preciso três doses, intercalando-as de sete em sete dias nas duas primeiras doses e para a terceira, aguarde 28 dias após a primeira. Caso a exposição ao vírus persista, tome uma dose de reforço em seis a 12 meses após a primeira dose.

Cães com Raiva

A Raiva nos cães pode aparecer de três maneiras:
Raiva Furiosa – o animal de isola e morde o ar, fica muito agitado, sem motivo;
Raiva Muda – cansaço, permanência em lugares escuros e leva à paralisia e, ao óbito rapidamente;
Raiva Intestinal – mais rara e agressiva, causa cólicas, vômitos e hemorragias gastrointestinais. Mata em menos de três dias.

É comum o cão que foi mordido por outro doente, começa a lamber, excessivamente, o local da mordida, recusa comida e come os próprios excrementos. Salivar demais é sinal clássico e pontual de um cachorro infectado. Quando chega a este estágio, já começa a ficar mais agressivo e ter partes do corpo paralisadas, chegando a falecer em até 48h.

Raiva em gatos

Os sinais de raiva em gatos são: alteração brusca de comportamento, perda de apetite, hidrofobia, febre, agitação e salivação incomum, ficam muitos agressivos e paralisia, levando os felinos ao óbito com 10 dias.

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A tosse significa inúmeras coisas e é causada por irritações no sistema respiratório. Este é um sistema complexo que opera a boca e o nariz, a faringe (garganta), laringe (cordas vocais), traqueia, brônquios e passagens de ar pequenas dos pulmões. Engana-se quem pensa que tosse é coisa simples e pode acarretar em doenças mais sérias.

Outra coisa para observar é se eu cão está engasgado com algum objeto estranho, como lascas de osso, algum brinquedo, madeiras, lã, etc, pois estes ficam presos na garganta ou no esôfago. Isso acometa em tosse e vomito, portanto, evite deixar objetos muito pequenos ou que seu cão não esteja acostumado a brincar por perto.

Saiba identificar o tipo de tosse:

• Tosse aguda e alta: indica doença na traqueia e brônquios;
• Tosse curta e súbita: é sinal de edema pulmonar (fluídos nos pulmões);
• Tosse úmida: indica insuficiência cardíaca ou até infecção pulmonar;
• Tosse seca e engasgada: é sinal de problemas cardíacos – cansaço constante, falta de ar e língua roxa (cianose);
• Tosse produtiva: o cão expele saliva, pus ou sangue. Associada a vírus, fungos ou bactérias.

O que fazer quando ele estiver em crise de tosse?

Uma tosse contínua, que passe de cinco dias deve ser avaliada pelo veterinário, sem muita preocupação, mas caso o cão esteja adoecendo e tossindo, é algo sério. Alguns exames são essências para identificar qual tipo de tosse seu cão e determinar o tratamento adequado a ela, como raio X do peito, exame de sangue completo, urina e fezes.

Tosse dos Canis

O que é?

Contraída, geralmente, em canis, petshops ou lugares com grande quantidade de cães, é uma tosse acompanhada de espirros, febre e falta de apetite. É esporádica, ou seja, pode ocorrer qualquer época, no entanto, é mais observada em tempos mais frios, por isso, redobre o cuidado neste período.

Causas?

São três agentes infecciosos que causam essa tosse: a bactéria Bordetella Bronchiseptica e os vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo juntos ou separados. Vale ressaltar que essa bactéria pode infectar humanos, então, é para os donos terem cuidados também.

Sintomas?

Muita tosse seca e constante, parecido com um engasgo e, às vezes, sai uma espuma branca.

O que evitar?

Exercícios físicos ou muita agitação agrava o quadro e pode gerar broncopneumonia (mais febre, corrimento nasal, apatia e o cão perde o apetite). Há relatos de secreção nos olhos em alguns animais.

Contágio?

Por meio de espirros e tosses de animais infectados em contato de animais sadios.

Tratamento?

Assim que tiver suspeita da Tosse de Canis, leve ao veterinário de imediato, pois ele dará o diagnostico correto e o tratamento adequado. Geralmente, trata-se com antibióticos e xaropes anti-inflamatórios, confinamento do animal, longe do frio, vento e locais úmidos.

Prevenção?

Vacinação! A coisa mais importante quando se adota ou compra um animal é colocar em dia as vacinas, elas podem prevenir inúmeras doenças e garantir uma vida saudável ao seu bichinho.
As indicadas são: anti-rábica e vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza).

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Cachorro com mau hálito não é normal! Esse mau cheiro revela a existência de algum problema de saúde, seja nos dentes ou mesmo d organismo. Se o dono observar mau hálito no cão, leve ao veterinário para um diagnóstico mais apurado.

São inúmeras as causas que fazem os cães terem esse odor na boca, mas o principal motivo é a má higienização dos dentes do animal.

Quais as causas do mau hálito?

A doença periodontal é a causa mais vista em cães com mau hálito e é causada pelas placas bacterianas acumuladas nos dentes. Este acúmulo gera inflamações na gengiva (gengivite). Cárie não acomete os cães, pois sua saliva possui componentes que inibem o aparecimento delas.

Como identificar o mau hálito no cão?

Muitos cães são permitem ou não ficam à vontade com pessoas ou mesmo os donos manuseando suas bocas e focinhos, por isso, para identificar o mau hálito, delicadamente, segure o focinho e levante as bochechas para ver os dentes.

Cheque todos os dentes do animal, principalmente os molares e pré-molares, pois por estarem no fundo, acumulam maior quantidade de comida, consequentemente, mais bactérias podem se proliferar. Observe também as gengivas, caso estejam vermelhas, mas sem placa, indica problema digestivo, renal, ou alguma disfunção no sistema imunológico do cão.

Como prevenir o mau hálito?

Duas dicas infalíveis: mantenha a higiene do seu cão em dia, escove seus dentes e ofereça uma alimentação adequada, sem comidas que não sejam próprias para cães. Assim, ele terá uma saúde de ferro e ficará cheiroso sempre, tanto o corpo quanto a boca.

Uma escovação em dia e dieta saudável, o sistema imunológico do animal se fortalece e previnem inúmeras doenças, principalmente, as periodontais. Caso tenha dúvidas, verifique produtos e hábitos com seu veterinário para saber a melhor maneira de combater a halitose do seu cãozinho.

Mau hálito nos cães é coisa séria

É de suma importância tratar o mau hálito canino no início, saber as causas e o tratamento adequado para cada caso, pois, quando uma gengivite evolui, por exemplo, ocorre destruição do tecido da gengiva, exposição da raiz e perda dos dentes.

Uma gengiva inflamada está propensa a bactérias e entram nos cabelos e alcançam desde a corrente sanguínea até órgãos vitais, como os rins e o coração, por exemplo. A halitose pode gerar doenças mais graves e levar seu cão ao óbito.

Quando um cão está com mau hálito se lambe e coça com a boca, ele deixa pelo corpo um odor muito desagradável. Por isso, nem sempre o mau cheiro dele vem de sua pele. Caso o mau hálito seja a causa, após o tratamento dentário, o cheiro do cachorro vai melhorar bastante, claro, com a devida higiene diária.

Ingredientes naturais

Existem líquidos que controlam o acúmulo de placas e tártaros. São ingredientes 100% naturais e saudáveis, ricos em vitaminas B como suco de beterraba incolor, zinco e glicerina vegetal. Sem álcool e conservante, gosto e cheiro, são ideais para complementar a alimentação do cachorro, fortalecendo os dentes e evitando que o cão tenha halitose ou outras doenças do gênero.

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Neste período mais frio, é comum muitos cãezinhos adoecerem ou até falecerem. Mas isso pode ser evitado com pequenos cuidados que os donos devem ter no inverno. Pensando no bem estar do seu pet, selecionamos oito ótimas dicas para que seu cão não passe frio no inverno nem fique doente.

Cuidados com seu cão no inverno

Banho

Cachorros por natureza não gostam muito de banho, imagina no frio? Mas no inverno pode dar essa colher de chá para os bichinhos. É recomendável pouco banho, água morna e evitar dar banho em dias muito frios e, se possível, ao terminar, seque o pelo no secador.

Tosa

Acha que o pelo está muito grande? Ótimo! Se o cão tem muito pelo, mantenha a pelagem grande, isso vai aquecê-lo durante o inverno. Não tose o cachorro neste período. Uma boa economia, não é mesmo?

Roupas

Se for uma raça de pelo curto, coloque roupas quentes no cachorro, como o Pinscher, por exemplo. Essas são as que mais adoecem no inverno, pois não possuem proteção natural. Para essas e algumas de pelo grande, é fundamental o uso de roupas, de lã, malha, o que for, mas que mantenha o cão aquecido.

Casinha

Caso seu cão tenha uma casinha, reforce os cobertores dela e verifique se não está furada, quebrada ou entrando alguma corrente de ar nela. Mas, se ele dormir em ambientes abertos, monte um espaço para ele que o aqueça, cubra espaços que possam molhar ou ventar muito.

Passeio

Caminhadas ainda é essencial para uma boa saúde do seu cão, por isso, não deixe de passear com ele, mas faça isso em dias mais quentes e/ou horários de maior incidência solar (de 11h às 15h);

Comida

Neste período é comum os cães terem mais fome, mesmo se exercitando menos, eles comem mais. E é importante que isso aconteça, por isso, no inverno, aumente a quantidade de comida do seu cão de 20% a 30% a mais;

Vacina

A dica mais importante de todas: vacina em dia! Desde filhote é crucial que o dono tenha todas as vacinas em dia, pois um descuido pode causar um dano enorme. E no inverno essa atitude pode evitar que seu cão adoeça, principalmente por que ele está mais vulnerável à gripe e cinomose;

Pós-banho

Após o banho é recomendado que o cão não saia em áreas externas ou passeie. Mesmo estando totalmente seco, o expor ao clima externo é perigoso, causa choque térmico, além de comprometer todo o sistema imunológico do animal.

Todos esses cuidados são importantes para que seu cão passe o inverno aquecido, confortável e livre de doenças. Mas, caso perceba algum comportamento diferente ou sinais de gripe ou cinomose, leve seu cãozinho imediatamente ao veterinário. Não pense que uma tosse, uma coceira ou mesmo um espirro é coisa simples, pois, quando se trata de um ser que não sabe expressar com palavras o que sente, todo cuidado é pouco!

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Um cachorro feliz e saudável é o desejo de qualquer dono que ame seu bichinho de estimação, mas a verdade é que qualquer descuido pode fazer com que o cachorro adoeça ou cause algum prejuízo para seu corpo. O vômito, por sua vez, é uma reação de defesa do organismo do animal e na maioria das vezes indica que há algo errado. Assim, veja quais podem ser as causas do seu cachorro vomitando e saiba como proceder.

Excesso de comida

Por incrível que pareça, alguns cachorros de porte menor sofrem de uma condição em que eles não conseguem dosar o quanto comem. Isso significa que eles vão comer quantas vezes a eles a comida for oferecida e eles também comerão toda a quantidade disponível.

Como isso normalmente significa um volume maior do que o corpo deles realmente aguenta, o vômito pode ser uma causa natural do excesso de comida. Esse é um dos casos considerados menos graves de cachorro vomitando, porque se trata de uma situação pontual, mas é muito importante passar a dosar a quantidade de comida do cão.

Envenenamento

Se o seu cachorro estiver vomitando e, principalmente, estiver espumando procure ajuda imediatamente. Esse tipo de sintoma é um forte indicador de que o animal pode ter sido envenenado e o vômito é uma consequência do efeito do veneno no organismo.

Esse envenenamento pode ter acontecido tanto por causar naturais, como um bicho ou uma planta, como pode ter sido de maneira proposital. Por isso, a ajuda deve ser procurada o quanto antes para evitar danos maiores.

Doença viral ou bacteriana

Doenças mais graves como cinomose, parvovirose e doença do carrapato podem causar o sintoma de vômito no animal, normalmente associado à diarreia e febre.

Quando os sintomas aparecem é porque a doença já passou pelo período de incubação e começou a se manifestar, o que indica a necessidade urgente de procurar ajuda médica. Sem isso, a doença pode se desenvolver e se espalhar ainda mais, podendo levar à morte do animal.

Gastrite e úlcera

Gastrite e úlcera também são doenças comuns em cachorros e normalmente são indicadas por vômitos logo pela manhã ou quando o cachorro ainda não comeu. Normalmente o vomito vem em forma de líquido biliar, de cor amarelada.

Embora possa não parecer grave, os vômitos constantes podem causar lacerações no aparelho digestivo do animal e por isso também é necessário procurar um médico assim que surgirem os primeiros sintomas. Isso ajuda, inclusive, na qualidade de vida do animal.

Ingestão de objetos estranhos

Cachorros são curiosos por natureza e isso pode fazer com que eles terminem ingerindo algum objeto estranho. Se esse objeto não puder ser digerido ou eliminado, então o corpo tentará expulsá-lo de qualquer maneira e para isso utilizará o vômito.

Por isso, se o seu cachorro está vomitando sem nenhum motivo aparente e sem nenhum outro sintoma é necessário levá-lo ao médico para conferir as razões. Nesses casos especificamente uma radiografia indicará a necessidade de fazer algum tipo de extração, garantindo conforto novamente ao animal.

Cachorro vomitando não é um sintoma incomum, mas nunca é um bom sinal. Alguns casos, entretanto, são mais graves do que outros e em caso de dúvidas procure sempre um médico para garantir a saúde do seu melhor amigo.

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Muitos produtos veterinários fazem promessas que não podem cumprir, especialmente no tocante a antipulgas e carrapatos. Por isso, é natural que os donos passem a ponderar muito mais a compra de um determinado produto já que é preciso ter certeza da eficiência. Os produtos da linha Pulgoff estão entre os mais vendidos, mas será que eles funcionam? Confira a seguir a resposta para essa pergunta e saiba como usar.

O que é Pulgoff?

Pulgoff é uma espécie de marca ou linha de produtos para animais que serve para eliminar e evitar infestações de pulgas e carrapatos.

Com compostos específicos e uso tópico ou interno, os produtos garantem que os animais experimentem uma proteção contínua contra pulgas e carrapatos, o que ajuda a prevenir diversas doenças.

Onde comprar o Pulgoff?

Se você pretende comprar o Pulgoff pela internet, recomendamos que você acesse o site da PeltLove e confira os preços e ofertas por lá. Atualmente eles são o maior petshop online do Brasil e possuem ótimos preços e entrega em todo Brasil! Clique a seguir para conferir o preço e as condições de entrega!

Como usar?

Por se tratar de uma linha completa, o Pulgoff não possui apenas um jeito de ser usado. Dependendo do produto ele pode ser usado de maneira tópica ou interna. Assim, os principais produtos dessa linha e seus usos incluem:

Pour On

O produto mais conhecido da linha é o Pour On e consiste basicamente em uma solução que deve ser aplicada no pelo do animal. Essa solução vem em bisnaga e é vendida de acordo com o peso do animal devido à concentração de ativos. Ela deve ser aplicada em até 48 horas após o banho e essa aplicação deve ser feita, no máximo, uma vez por semana.

Talco Antipulga

Já o talco antipulga da linha ajuda não apenas a manter a higiene, mas também retira a oleosidade do pelo do animal. Ele também deve ser aplicado uma vez por semana no corpo do animal, incluindo as patas e também pode ser aplicado no ambiente interno de duas a três vezes por semana. Para comprar o talco antipulgas da Pulgoff no site da PetLove, clique aqui.

Coleira Antipulgas

Já a coleira antipulgas Pulgoff é um dos produtos que prometem a maior proteção contra pulgas no mercado. A atuação dessa coleira consiste basicamente na liberação de um princípio ativo que fica depositado na raiz dos pelos, impedindo que pulgas e carrapatos se instalem. Essa coleira promete uma proteção de até cinco meses.

Banho a seco

Já esse produto é utilizado para garantir que o animal possa se manter higienizado sem precisar tomar banho para isso. Ele também é especialmente útil quando o objetivo é controlar infestações já instaladas. Seu uso é tópico e necessita de uma pequena quantidade de loção para realizar a limpeza. Clique aqui e confira o preço do produto na PetLove!

Funciona mesmo?

A dúvida que muitos tutores têm, entretanto, é se o produto realmente funciona. No que diz respeito à eficácia dos ativos presentes nos produtos é possível afirmar que sim, os produtos são eficientes para a proteção contra pulgas e carrapatos.

O problema, entretanto, é que proteger contra pulgas e carrapatos não significa que o animal possa ficar sujo ou em ambiente inadequado. Por mais proteção que o produto ofereça, se você não contribuir para que o seu bichinho de esti8mação esteja em um ambiente saudável e higiênico os riscos de o produto perder a eficácia existem.

Além disso, é importante se atentar ao peso do animal, já que uma dosagem menor do que a necessária não fará efeito.

O Pulgoff com seus diferentes produtos é uma opção para quem deseja que seus bichinhos de estimação fiquem livre do incômodo causado por pulgas e carrapatos. Converse com um veterinário e escolha a melhor opção para o seu caso.

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Algumas doenças são comuns para humanos e cachorros e a catarata é uma delas. Sendo uma incapacitante doença de visão, a catarata pode afetar seriamente a qualidade de vida do seu cachorro, podendo, inclusive, causar riscos para a sua segurança. Informar-se sobre a doença ainda é o melhor jeito de ajudar seu melhor amigo e, por isso, confira a seguir todas as informações sobre a catarata em cães.

Catarata em cães: O que é?

Assim como acontece com a visão humana, a visão canina pode sofrer com a catarata quando o fino tecido da lente canina sofre uma degeneração.

Quando isso acontece, essa lente perde a transparência, dificultando ou mesmo impedindo a passagem de luz. Com isso, não há como acontecer a formação total de imagens porque os estímulos visuais não chegam em outras partes do olho com eficiência, impedindo a transmissão pelo nervo ótico.

Quais as causas?

Basicamente, algumas raças de cães possuem mais predisposição genética a desenvolver esse tipo de problema ocular. As raças de porte menor, como poodle e yorkshire, tendem a sofrer mais, mas outras raças como cocker spaniel e golden retriever.

A idade também é um fator, já que com o passar dos anos pouco a pouco o organismo canino vai se deteriorando. Dentre as áreas afetadas pode estar a lente canina, fazendo com que ela termine opaca.

A diabetes canina e algum tipo de lesão ou trauma são outros fatores de risco que contribuem para a ocorrência dessa doença mesmo quando não há qualquer indicação genética.

Quais os sintomas?

Em um estágio mais avançado, os sintomas da catarata em cães são bastante pronunciados: olho com aspecto esbranquiçado ao redor e azulado no centro, dificuldade de locomoção do animal e perda total da visão.

Em estágios iniciais, entretanto, os sintomas são mais amenos e incluem, por exemplo, o animal começar a esbarrar mais frequentemente em itens pela casa. Isso se dá devida à gradual dificuldade em enxergar que o animal vai experimentando.

Como tratar?

A catarata canina não tem cura e por causa disso só pode ser tratada com cirurgia. Esse tipo de cirurgia inclui a remoção da lente danificada, que pode ou não acabar sendo substituída por outra.

De qualquer forma, mesmo com a cirurgia não é possível devolver ao cão uma visão totalmente recuperada. Apesar disso, quanto antes a doença for diagnostica melhores tendem a ser os efeitos da cirurgia, até porque mais fácil se torna a recuperação.

O problema desse tratamento, entretanto, é que os cães tendem a desenvolver inflamações pós-cirúrgicas e, com isso, o pós-operatório é fundamental para o sucesso do tratamento.

Como prevenir?

Como a maior parte dos casos possui fundo hereditário a prevenção não é exatamente uma possibilidade. Ainda assim, é sempre importante levar o seu cãozinho para consultas frequentes com o veterinário.

Assim, embora não seja possível evitar ou retardar o aparecimento da doença é possível realizar a cirurgia o quanto antes, garantindo mais qualidade de vida para o seu melhor amigo.

A catarata em cães é uma doença que não possui cura ou prevenção, mas que pode ser tratada com cirurgia para garantir mais qualidade de vida para o seu cachorro. Assim, leve-o sempre ao veterinário e ajude-o a ter uma vida ainda mais confortável.

 

 

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Atualmente no mercado existem muitos medicamentos que prometem acabar com pulgas e carrapatos. Embora isso seja verdade na maioria dos casos, boa partes deles exige aplicação constante e possui ação pouco ou nada prolongada. O Bravecto, por sua vez, é uma exceção a essa regra e é um medicamento que promete semanas ininterruptas de proteção para o seu melhor amigo. Assim, confira a seguir tudo sobre esse medicamento.

Como funciona o Bravecto?

O Bravecto é um remédio contra pulgas e carrapatos que funciona em forma de dose única. Sendo um comprimido mastigável, basta dar ao seu animal de estimação para que ele fique protegido contra a infestação de pulgas e carrapatos.

A ingestão de um único comprimido garante cerca de 12 semanas de proteção sem que seja necessário fazer nada a mais. Isso significa que com o fornecimento de apenas um comprimido o animal fica protegido por cerca de 3 meses.

Além disso, esse medicamento também é resistente a banhos frequentes. Como atua de dentro para fora no organismo do animal, esse medicamento não sofre qualquer influência em sua eficácia se você decidir dar banho em seu cachorro todas as semanas, por exemplo.

A sua atuação é eficaz porque ele conta com ação inseticida e acaracida, combatendo as formas mais comuns de pulgas e carrapatos.

Dose de acordo com o peso

Como é um medicamento de liberação sistêmica, entretanto, a dose ideal depende do peso do cachorro. Dessa maneira, é preciso considerar primeiro qual o porte do animal para identificar qual a melhor opção a ser dada.

Assim, a classificação divide-se em:

  • Animais de 2 a 4,5 kg: dose única de 112,5mg
  • Animais de 4,5 a 10 kg: dose única de 200mg
  • Animais de 10 a 20 kg: dose única de 500mg
  • Animais de 20 a 40 kg: dose única de 1000mg
  • Animais de 40 a 56 kg: dose única de 1400mg

Com isso, também é importante notar que animais muito jovens não podem utilizar esse medicamento por não terem o peso mínimo de 2 kg. Do mesmo modo, animais de porte muito grande e que estejam enfrentando um quadro de obesidade também não podem ingerir o medicamento sob risco de ineficácia.

Indicações de uso

Respeitado o peso do animal, esse medicamento pode ser utilizado em todos os cachorros em diferentes condições. Isso significa que machos reprodutores podem receber o medicamento, assim como as fêmeas sem que haja qualquer prejuízo para a saúde.

O mesmo vale para fêmeas que estejam gestando ou amamentando filhotes recentemente sem que haja qualquer problema para a saúde da fêmea ou dos filhotes.

Além disso, esse medicamento é especialmente recomendado para animais que ou vivem em áreas externas e que estão mais propensos a sofrerem com as infestações ou que vivem em áreas muito fechadas, como em apartamentos.

O Bravecto é um medicamento antipulgas e carrapatos que garante o máximo de proteção, segurança e conveniência para você e seu animal de estimação. Com uma proteção de 12 semanas, basta dar um comprimido ao animal para que ele fique livre de pulgas e carrapatos.

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Frontline é uma das marcas mais conhecidas quando se fala em produtos antipulgas e de cuidados com cães e gatos. Acompanhando o desenvolvimento das novidades do mercado, a marca atualmente conta com alguns produtos que servem para manter os bichinhos de estimação longe do incômodo que é ter pulgas e carrapatos pelo corpo. Por isso, confira a seguir como usar cada produto e se eles realmente funcionam.

Como usar?

Atualmente, a linha Frontline conta com três produtos diferentes: Plus, Topspot e Spray.

Cada um desses produtos possui indicações distintas e que devem ser seguidas para garantir um uso seguro e eficiente. Dessa maneira, confira como usar cada um deles:

Plus

O produto da linha Plus serve para garantir proteção e, de quebra, controlar a infestação. Esse produto age de maneira a quebrar o ciclo de reprodução desses animais.

Em formato de pipeta, esse medicamento deve ser aplicado em todo o pelo do animal para garantir que o seu bichinho fique livre de pulgas e carrapatos.

A aplicação deve ocorrer de acordo com o peso do cachorro, já que quanto mais pesado ele for, maior deve ser a concentração do produto.

O efeito é de proteção de três meses contra pulgas e de um mês contra carrapatos, além de impedir o desenvolvimento de outras fases.

Topspot

O produto da linha Plus serve para garantir proteção e, de quebra, controlar a infestação. Esse produto age de maneira a quebrar o ciclo de reprodução desses animais.

Já o Topspot deve ser usado da mesma maneira que o Plus, mas ele é indicado para ajudar a controlar infestações que já estão acontecendo.

Seu uso é importante porque nem sempre eliminar todas as pulgas e carrapatos é o bastante, já que podem ter acontecidos depósitos de ovos ou outros estágios que se desenvolverão pouco tempo após você ter achado que o problema estava resolvido.

A aplicação também é tópica e garante a proteção contra pulgas por 3 meses e de carrapatos, por um mês.

Spray

O Frontline Spray, por sua vez, tem uma ação mais imediata e te ajuda a eliminar todas as pulgas e carrapatos do seu bichinho de estimação logo na primeira aplicação.

Para isso, basta borrifar o produto em todo o pelo do animal para garantir não apenas que pulgas e carrapatos sejam eliminados, mas também para inibir o desenvolvimento posterior de outras infestações. Apesar disso, seu tempo de proteção é menor e dura apenas algumas semanas devido à sua ação imediata.

Frontline funciona?

A dúvida que pode ficar é se esses produtos realmente funcionam. A realidade é que eles são realmente eficazes em combates as pulgas e carrapatos que já estão no animal porque atuam no sistema nervoso desses animais, levando à sua morte em menos de 24 horas.

Além disso, a substância presente nos produtos também evita que as larvas e ovos se desenvolvam, prevenindo a reinfestação. Não menos importante, os produtos também não são tóxicos para cães e gatos e são resistentes ao banho, garantindo proteção contínua.

 

A linha de produtos Frontline é excelente para quem busca não apenas a eliminação das pulgas e carrapatos que já estão em seus bichinhos, mas também quem não deseja sofrer com a reinfestação. Com isso, basta escolher e usar o produto mais adequado para cada situação.

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Provavelmente você conhece pelo menos algum cachorro que já teve parvovirose, uma das doenças mais comuns entre os cães. Apesar de bastante frequente, não se engane, ela pode ser letal e, inclusive, matar o cachorro rapidamente. Para prevenir que isso aconteça, descubra melhor o que é essa doença e como evitá-la.

O que é a parvovirose?

A parvovirose canina, também conhecida apenas como parvo, é uma doença contagiosa causada pelo vírus parvovírus. Ela é uma doença aguda e que atinge principalmente o sistema digestivo do animal, especialmente o intestino.

O contágio acontece com o contato do animal com fezes de outro animal doente e acomete principalmente cães mais jovens. Filhotes que possuam vermes possuem ainda mais risco de contrair a doença, já que a imunidade é diminuída graças à presença dos vermes.

É exatamente por causa disso que muitos animais de petshop apresentam esse tipo de doença, já que ficam todos juntos e comem e defecam no mesmo lugar. Se um dos cães estiver infectado, todos os outros acabam entrando em contato com o vírus, passando a desenvolver a doença.

Quais os sintomas?

Por ser uma infecção basta aguda, seus sintomas podem ser facilmente confundidos com o de outras doenças, como a cinomose.

Após o período de incubação de 4 a 5 dias, o animal começa a apresentar sintomas como diarréia intensa com presença de sangue, desinteresse, cansaço, letargia, vômitos e falta de apetite. Em alguns cães, pode ocorrer febre e desidratação e, em outros, hipotermia.

Além disso, essa doença debilita ainda mais o sistema imunológico, abrindo as portas do organismo para uma infecção generalizada que pode levar à morte.

Como evitar?

Para evitar a doença é muito importante garantir que o seu animal não entre em contato com asa fezes de qualquer outro cachorro. Ainda que o cachorro pareça saudável, lembre-se que o vírus possui um período de incubação e que ele já pode estar doente.

Também é muito importante vacinar o cachorro contra essa doença e respeitar o período entre a vacinação e a imunização completa, o que geralmente leva seis meses.

Qual o tratamento?

O primeiro passo para o tratamento dessa doença é o isolamento completo do animal, especialmente se ele tiver contato com outros animais.

Também pode ser preciso realizar uma internação clínica e normalmente o tratamento contra a parvovirose inclui uma reposição de fluidos perdidos pelo animal durante o começo da doença e também a administração de medicamentos específicos.

Também é iniciada uma dieta especial para que o cão volte a comer, assim como o oferecimento de vitaminas para fortalecimento do sistema imunológico.

Apesar disso, a cura depende fortemente do estado do sistema imunológico do cão e também do estado da doença. Quanto mais avançada ela estiver, mais difícil será garantir que o cão fique saudável normalmente.

A parvovirose é uma doença grave que atinge cães, especialmente os mais novos. Com sintomas que se confundem com os de outras doenças, é fundamental estar atento e procurar um médico ao primeiro sinal de algo errado, o que aumenta as possibilidades de cura.

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