Categoria: Bichos

O suinocultor, ou seja, aquele que cria porcos se quiser que seu negócio prospere e não lhe der prejuízos precisa sempre estar atento a algumas práticas que devem ser exercidas quando se cria suínos, essas práticas variam de ter um local adequado a aplicar um calendário de vacinação que vai ajudar evitar que porcos tenham doenças e infecções que atrapalhem a sua produção e comercialização. A eficácia da vacinação será determinada por meio de estudos e apenas profissionais qualificados devem recomendar as vacinas para suínos, uma vez que vacinar erroneamente pode prejudicar a saúde do animal e até mesmo desenvolver doenças e colaborar com a morte dele.

Principais vacinas para suínos

Se você vai montar um calendário de vacinas para suínos é preciso que você conheça quais são as principais  e quando elas são aplicadas:

  • Circumvent: Utilizada para imunização ativa dos suínos, ou seja, ela auxilia na prevenção da epidemia de vírus e excreção viral que são ocasionadas pela circovirose suína.
  • M+Pac: Vacina com o objetivo de prevenir a pneumonia enzoótica, uma das principais doenças de suínos.
  • Porcilis Glasser: Vacina que imuniza os leitões e ajuda a prevenir os sinais da doença de glasser.
  • Porcilis Strepsuis: Vacina preventiva contra o streptococcus suis.
  • Porcilis 243: Vacina preventiva contra o rotavírus suíno e diversas infecções.
  • Porcilis APP:Vacina que possui tripla proteção e ajuda a combater as doenças respiratórias dos porcos.
  • Porcilis AR-T Vacina preventiva contra a rinite atrófica dos suínos.
  • Porcilis Coli: Essa vacina é indicada para leitões recém nascidos por prevenir a enterotoxicose.
  • Porcilis Ery Parvo Lepto: Vacina que imuniza as porcas contra a erisipela parvovirose e contra a leptospirose suína.

Cuidados necessários para a vacinação de suínos

Além de aplicar as vacinas no período correto, também é preciso tomar alguns cuidados na vacinação, desde o local de armazenamento das vacinas ao uso dos equipamentos corretos durante a aplicação das vacinas para suínos.

O armazenamento deve ser feito em uma área limpa, arejada, com temperatura controlada e onde vão estar apenas as vacinas, ou seja, não utilize congeladores que compartilham de outros produtos, principalmente os que têm comidas e bebidas. Regularmente é preciso que o refrigerador seja descongelado e limpo, para evitar que a temperatura sofra problemas por falta de higienização e assim prejudique as vacinas que são armazenadas naquele local.

Ao utilizar as vacinas armazenadas verifique sempre a data de validade delas e em hipótese alguma utilize vacinas com validade vencida. Assim que reconstituir uma vacina você deve utilizar ela em prazo máximo de duas horas ou descartá-la. Mantenha as vacinas que serão utilizadas longe da exposição solar ou de locais com altas temperaturas, pois isso prejudica o produto e o deixa inutilizável.

Na hora de aplicar as vacinas para suínos sempre utilize equipamentos limpos, seringas descartáveis em porcas, seringas automáticas nos leitões. Além disso, certifique que os suínos estão saudáveis e sem febre antes de vaciná-los.

Após a aplicação os equipamentos devem ser bem limpos e se possível esterilizados para o próximo uso. A esterilização pode ser realizada com água quente ou em incubadoras.

 

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Os equinos assim como outros animais precisam de cuidados regulares, e certifica-se que eles estão saudáveis é um das obrigações do criadores de cavalos, e garantir de que eles estão vacinados é uma das principais ações para ter cavalos sempre saudáveis. Ao contrários dos suínos e dos bovinos, os equinos não possuem um calendário fixo de vacinação, ficando ao cuidado do veterinário responsável de criar um calendário de vacinas para os cavalos e garantir que elas sejam aplicadas nos períodos corretos.

Doenças em cavalos

Apesar de não existir um calendário fixo, existem algumas vacinas que todos os cavalos devem tomar ao longo da vida, como a é caso da vacina contra o tétano, influenza, contra a raiva, contra encefalomielite equina, vacina contra a rinopneumonite, porém algumas dessa vacinas não são necessárias para todos os animais, somente o veterinário é quem pode avaliar cada caso. Algumas doenças que acometem os cavalos não possuem tratamento nem vacinas, como é o caso da Anemia Infecciosa Equina e o Mormo, que nesse caso é recomendado que o animal seja sacrificado para não sofrer com os efeitos da doença.  Veja abaixo mais sobre as principais doenças em cavalos que possuem vacinas.

  • Gripe Equina: Essa doença afeta todo o sistema respiratório do animal, possui uma rápida disseminação e contagia os outros cavalos do local, uma vez que ela é transmitida por um vírus que se espalha rapidamente.
  • Tétano: O tétano é causado por uma bactéria e uma vez que o cavalo contrai essa doença é dificil encontrar a cura, por isso é recomendado a vacinação preventiva contra o tétano em todos os cavalos.
  • Rinopneumonite: Essa também é uma doença que ataca o sistema respiratório, ela é causada por um herpesvíruos que se divide em cinco grupos e tem como um dos principais efeitos negativos no sistema reprodutor provando abortos.
  • Encefalomielite: Essa doença atinge o sistema neurológico, a vacina contra essa endemia é recomendada em locais onde possuem uma grande população de cavalos, como em hípicas e centro de treinamentos.
  • Raiva: A raiva é causada por um vírus e pode destruir o sistema neurológico e causar a morte dos cavalos. É considerada uma zoonose, uma vez que é transmitida por morcegos.
  • Adenite equina: Essa doença é muito comum, principalmente nos potros, possui diversos tipos de vacinas contra essa doença, porém sua eficácia é limitada, por isso é preciso sempre que um veterinário avalie a saúde dos animais.
  • Leptospirose Equina: Essa doença é uma das maiores causadoras de abortos em equinos. Ela é transmitida por meio da urina de ratos que contaminam  a ração dos cavalos. A vacina deve ser aplicada a cada seis meses para que o animal fique imunizado.

Cuidados na hora da vacinação dos cavalos

As vacinas devem sempre estar armazenadas em locais secos e refrigerados, com temperatura nunca maior que 8° graus. Além disso, o local deve estar limpo para evitar contaminações, durante o transporte e utilização recomenda-se colocar as vacinas em caixas refrigeradas para evitar que elas aumentem de temperatura. Os instrumentos devem ser descartáveis ou estarem esterilizados, sendo que a cada uso as agulhas devem ser substituídas e jogadas fora. As vacinas devem estar no prazo de validade, e depois de abertas devem ser totalmente utilizadas no mesmo dia ou então devem ser descartadas.

 

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Se você quer ter um novo animal de estimação, mas não quer, ou não pode, ter um cão ou um gato, talvez seja hora de olhar a possibilidade de ter um outro tipo de bichinho. Existem vários animais que não são tão populares, mas que podem ser animais de estimação. E se você já decidiu que o animal que deseja será uma tartaruga, então metade do caminho já está andado. Porém é preciso saber quais as espécies são permitidas, e o mais importante, como cuidar delas de maneira correta. Confira nesse artigo tudo sobre como ter um tartaruga em casa.

Quais tartarugas podem ser criadas em casa?

Antes de ter uma tartaruga você deve pesquisar quais as espécies que o IBAMA libera para serem criadas em cativeiro, caso você compre um tartaruga que não é legalizada pelo IBAMA você corre o risco de ser preso por tráfico de animais silvestres.

Atualmente o IBAMA permite que o jabuti de pés vermelhos e a tartaruga tigre d’água sejam criadas em casa, desde que os animais possuam microchips com sua identificação. A tartaruga de orelha vermelha também é permitida em casa, mas desde que ela possua um comprovante de que ela foi nascida em cativeiro, esse comprovante deve ser reconhecido e cadastrado no IBAMA.

Qualquer outra espécie, que não seja as citadas acima, não pode ser criada em casa, devido a vários fatores, mas o principal devido a possibilidade de extinção desses animais.

Cuidados com uma tartaruga em casa

As tartarugas são animais que vivem muito, algumas por volta de 50 anos, e outras podem até mesmo chegar os 100 anos, mas para que elas tenham uma vida longa é preciso que sejam tomados alguns cuidados com ela, pois por  mais que não pareçam assim como qualquer outro animal que você for criar em casa elas também precisam de atenção e de cuidados particulares.

Quando se compra uma tartaruga mini você pensa que ela não irá crescer muito, mas você está enganado, elas podem crescer até 20 cm a mais do que o tamanho de quando você comprou, e por isso é necessário trocar o seu tanque para que ela fique em um lugar confortável.

As tartarugas podem ser terrestres, aquáticas ou semi aquáticas e para cada uma delas existem algumas recomendações de cuidados. As tartarugas terrestres podem ser criadas em quintais, desde que eles tenham abrigo em caso de calor muito forte e um lugar onde elas possam hibernar, por isso essa espécie é mais recomendada para quem mora em zonas rurais.

Jás as aquáticas e semi aquáticas podem ser criadas em aquários, desde que exista 3 terços de água e um de terra para elas. Além disso, elas devem ser alimentadas de duas a três vezes por semana, de preferência em um local diferente de onde vivem, para evitar contaminações.

Além disso, as tartarugas não são recomendadas para crianças, devido a todos os cuidados necessários com ela e também a possibilidade de transmitirem salmonella.

Esperamos te ajudado você a decidir se realmente vale a pena ter uma tartaruga em casa!

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A bovinocultura, ou seja, a criação de gado, seja para corte ou leite, é um pratica muito antiga, mas que requer diversos cuidados para sempre ter animais saudáveis e fortes. E uma das maneiras de assegurar que isso aconteça é por meio da vacinação. Existe um  calendário básico de vacinação que deve ser realizada anualmente de acordo com recomendação da secretaria de agricultura, que é quem fiscaliza se os produtores estão em dia com a vacinação dos animais, em caso de irregularidades pode ocorrer de o produtor ser multado e até mesmo ter o gado apreendido. Aplicar as vacinas para bovinos é de extrema importância também para garantir que o animal está saudável e não oferece risco nem para os outros animais, nem para o consumidor final, seja de sua carne ou do seu leite.

Principais vacinas para bovinos

Existem três motivos básicos para a vacinação de bovinos, contra a febre aftosa, contra a brucelose e contra o carbúnculo, mas fora essas pode ser que outras vacinas sejam necessárias ao longo da vida deles, como contra  Leptospirose,  Pastereullose,  BVD, Diarréia Neonatal dos Bezerros, Parainfluenza, Vírus Respiratório Sincicial Bovino, IBR, Raiva e Tétano, no caso elas devem ser recomendadas por veterinários e podem ser aplicadas em casos isolados ou em todo o gado.

A vacina contra a Febre Aftosa é uma das mais conhecidas do calendário de vacinação de bovinos, ela ocorre todos os semestres e é aplicada em todo o gado, machos, fêmeas, bezerros à animais adultos, a data de vacinação é definida pela secretaria de agricultura e em cada estado brasileiro pode ser definida uma data diferente.

A vacina contra a Brucelose é aplicada apenas nas fêmeas que tem entre 4 e 8 meses, animais com idade maior que essa não podem ser vacinados em hipótese alguma, os animais adultos que não passaram por essa vacinação devem ser descartados. É possível saber se os animais são vacinados por meio de teste sorológico.

Já a vacina Carbúnculo deve ser aplicada a todos animais, machos ou fêmeas. A vacina pela primeira vez possui duas doses, segundo a segunda aplicada 1 mês depois da primeira vez. Depois os animais devem ser vacinados uma vez por ano, em qualquer idade.

Como aplicar vacina para bovinos

A hora da aplicação da vacina nos bovinos têm influência direta no resultado e na saúde do gado, por isso sempre deve ser utilizada vacinas de boa qualidade e seguindo todo o procedimento necessário corretamente. As vacinas devem ser mantidas em refrigeradores com temperatura entre 2º e 8º graus, e na hora da aplicação devem ficar em caixas de isopor para  manter a temperatura. Após abertas elas devem ser utilizadas no mesmo dia ou então devem ser descartadas, as seringas devem estar limpas e esterilizadas, em caso de seringas descartáveis elas não podem ser reutilizadas de jeito nenhum.

Durante a vacinação as agulhas devem ser trocadas a cada animal, para evitar que ocorra contaminação entre eles

Tomando essas medidas o gado será vacinado corretamente e ficará saudável tanto para o corte quando para a produção de leite.

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Quando se é um criador de galinhas, independente se você cria no seu quintal ou se é dono de uma grande granja, um dos objetivos é a produção de ovos. As galinhas, em geral, botam ovos todos os dias, porém algumas mais do que outras, e isso se deve a vários fatores, que vão desde o local onde elas estão, até mesmo a aspectos genéticos. Porém não é normal que uma galinha saudável bote apenas um ovo, ou nenhum ovo durante dias, e isso pode é ruim para o criador de qualquer porte. Por isso é importante ficar sempre atento a isso e sempre que possível utilizar de métodos e táticas para fazer com que elas produzam mais. Então se você quer saber como fazer para a galinha botar mais ovos confira esse artigo!

Alimentação adequada para fazer a galinha botar mais

A alimentação das galinhas é um dos principais fatores que devem ser avaliados e mudados de acordo com a necessidade  para que ocorra uma melhora produção de ovos. A comida deve estar sempre disponível para as galinhas e de preferência fresca, pois quanto mais tempo a ração ficar exposta ao ambiente menos vitaminas ela terá, além disso, não deixe as galinhas muito tempo sem água e comida, pois mesmo que elas não morram de fome, a demora para se alimentar causa dificuldade de produzir ovos.

A dieta das galinhas também deve ser diferente, uma vez que as galinhas mais jovens necessitam de mais proteínas do que as mais velhas, assim é necessário acrescentar em sua alimentação suplementos que fornecem proteínas para elas. Mas cuidado com o tipo de suplemento que você dá para as galinhas, pois alguns contém substâncias que ao invés de ajudar na produção de ovos, acabam inibindo as galinhas de botar ovos.

Já outras galinhas necessitam mais de cálcio para botar mais ovos, além disso, o cálcio ingerido como suplemento alimentar ajuda também a melhorar a casca do ovo, que é feita principalmente de cálcio. O cálcio não precisa ser comprado separado, uma vez que vários tipos de rações são já são comercializadas com mais quantidade cálcio incluída.

Temperatura e ambiente

A temperatura e o ambiente influenciam diretamente na produção de ovos, isso porque as galinhas precisam de mais ou menos 14 horas de luz do dia para conseguirem produzir os ovos. Porém em estações como o outono e o inverno isso complica, pois o sol aparece por menos tempo, então talvez seja necessário que você coloque luz artificial no galinheiro, os custos são baixos e você terá como retorno uma maior produção de ovos.

A temperatura também é algo com o se preocupar, isso porque, as galinhas precisam da luz do dia para botar mais ovos, mas elas também não suportam altas temperaturas, pois o calor afeta a produção de ovos, que pode diminuir e até parar nesse período. Por isso você deve providenciar que o galinheiro tenha uma boa ventilação, água fresca e sombra para que elas se protejam do sol quente.

Esperamos que você tenha gostado das dicas que preparamos para você! Deixe o seu comentário nos contando o que achou deste artigo!

 

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Os cavalos são animais muito bonitos e por vezes amigáveis, mas para quem decide que terá um cavalo é necessário saber que esses animais requerem muitos cuidados e atenção para que eles fiquem saudáveis, e cuidar direito do pelo deles é um começo, pois se o cavalo está saudável e bem cuidado com certeza isso será refletido em seu pelo, que estará mais brilhante e sedoso. Então confira agora como cuidar do pelo e do seu cavalo.

Cuidando da higiene do cavalo: Como deixar o pelo mais bonito!

Apesar de precisar de de cuidados especiais para deixar um cavalo saudável e bonito esses cuidados não são difíceis, basta que você seja atenciosa e separe um tempo para cuidar da higiene do seu cavalo, uma vez que com pressa você não conseguirá cuidar corretamente do seu cavalo.

A primeira coisa a se fazer é levar o cavalo para um lugar amplo e amarrar ele, se o cavalo for manso e treinado ele ficará parado mesmo se amarrar, mas se for a primeira vez que você vai cuidar do seu cavalo e não quiser correr risco é melhor amarrar ele.

É recomendado também que você compre em uma loja especializada em produtos agrícolas uma kit para lavagem de cavalos, pois nesses kits já estão incluso quase tudo que você precisará para dar banho em seu cavalo e cuidar dos pelos dele.

Antes de dar banho no seu cavalo você deve aparar os pelos do cavalo com um tesoura, desmanchando os nós, pois assim não corre o risco do pelo embolar enquanto você lava o animal.

Depois dê banho no cavalo com os produtos do kit, shampoo e outros itens para a higienização do cavalo.

Utilize uma escova de nylon durante o banho, pois ela é ótima para limpar detritos e os pelos soltos no animal, passe ela com gestos curtos e rápidos, mas cuidado para não machucar o cavalo pois as cedas são muito grossas.

Para um pelo mais sedoso você pode escovar o seu cavalo com uma escova mais macia quando ele estiver seco, de preferência em outro dia após o banho. Existem também alguns produtos que prometem deixar o pelo mais macio e brilhante, mas eles só devem ser utilizados caso seja liberados pelo veterinário.

A escovação frequente dos pelos também auxilia na prevenção de aparecimento de pulgas e carrapatos nos cavalos.

Outros cuidados com cavalos

Além da higiene do cavalo alguns outros cuidados são necessários com os cavalos, como a alimentação, que deve ser balanceada e saudável como feno, grãos, sais, minerais e aveia  são ótimos para manter o cavalo com peso adequado e com saúde.

Os cavalos também devem ter uma dentição saudável e para manter sua saúde controlada é indicado que um médico veterinário faça exames regulares e aplique vacinas sempre que for necessário. Com as vacinas em dia as chances do seu cavalo ter alguma doença diminuem bastante.

Esperamos que você tenha gostado do artigo de hoje! Deixe o seu comentário para dicas e outras sugestões!

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O leite é um dos alimentos mais consumidos e mais importantes do mundo, uma vez que consumimos ele desde o nascimento até o fim da vida. O primeiro alimento que temos contato, e nossa única fonte de alimentação nos primeiros meses de vida é o leite, no começo o leite materno e depois outros tipos de leite, mas o mais consumido é o leite de vaca. Por isso existem diversos empresários que investem na criação de gado leiteiro, e com isso tem muito retorno. Porém no começo pode ser que as vacas não deem tanto leite quanto deveriam, por isso pode ser necessário recorrer a algumas técnicas e nesse artigo você vai saber como fazer a vaca dar mais leite.

A importância do leite

Consumir leite é muito importante, pois ele fornece diversos nutrientes, vitaminas e diversos benefícios para o corpo humano, principalmente fornecendo cálcio, que é importante para o fortalecimento dos ossos e evitar a osteoporose. O leite é ainda é o ingrediente principal de diversas receitas, como doces, bolos, e até mesmo puro. Pois independente da forma como ele é consumido o importante é que ele fornece os mesmo benefícios.

Algumas pessoas são intolerantes a lactose e não podem tomar leite e nem consumir produtos que são feitos a base de leite, nesse caso elas precisam substituir a sua fonte de cálcio, uma vez que ele é indispensável para o desenvolvimento dos ossos em todas as fases da vida. Para saber se você é intolerante a lactose é necessário fazer exames médicos.

Dicas para aumentar a produção de leite

Se você precisa aumentar a produção de leite do seu gado saiba que não é algo difícil de se fazer, e apenas algumas mudanças naturais podem ajudar, alguns produtos utilizam suplementos e remédios para melhorar a produção de leite, mas se você não quer recorrer a isso você pode seguir as dicas abaixo:

Momento do pastoreio:

O pastoreio é o momento em que as vacas consomem a maior parte dos nutrientes pela alimentação, pois isso é muito importante que elas tenham espaço e tempo para fazer esse momento. Por isso é necessário também facilitar o acesso das vacas ao pasto no momentos mais frescos do dia, para que elas possam descansar na sombra na hora de maior calor do dia.

Outras fontes de alimentação:

As vacas também precisam de outras fontes de alimentação além do pastoreio, porém isso deve ser levado em consideração a idade e peso da vaca, pois isso vai determinar quais precisam de mais fibras, quais precisam de mais proteínas ou vitaminas. Essa avaliação é feita por um veterinário, e cabe a criador fornecer aquilo que o animal necessita para melhorar a sua produção de leite.

Água:

A cada litro de leite produzido cerca de 87% é composto de água, por isso se você quer fazer com que a sua vaca leiteira produza mais leite você precisa dar fácil acesso delas a água limpa e em temperatura certa, pois cada litro de leite é necessário que a vaca consuma cerca de 4 litros de água, sendo que esse valores chegam a dobrar no verão.

Esperamos que você tenha gostado da dica de hoje! Deixe o seu comentário nos contando o que achou do artigo!

 

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Se você é um criador de animais, sabe que é preciso sempre estar atento aos cuidados básicos para que os bichos fiquem em locais adequados, tanto em relação a espaço, quanto em relação a limpeza. E no caso das galinhas é preciso também tomar uma série de medidas para que essas aves não fiquem doentes, pois muitas das doenças comuns as galinhas são transmissíveis e isso acaba por contaminar um granja inteira, o que faz com que o criador tenha prejuízos que poderiam ser evitados. Nesse artigo você vai saber quais são as doenças mais comuns e como evita-las.

Bouba Aviária

Quando uma granja apresenta aves com bouba aviária é motivo de preocupação, isso porque ela é extremamente contagiosa, o que faz com que várias galinhas fiquem infectadas, além de que essa doença causa muitas mortes em aves. A bouba aviária é mais conhecida como caroço ou pipoca e tem mais casos durante o verão, devido essa época do ano apresentar mais quantidade de mosquitos, que são os responsáveis por transmitir o vírus dessa doença. Os sintomas mais comuns da bouba aviária são os nódulos (caroços) que aparecem no bico, crista e em torno dos olhos das galinhas, por isso é preciso ficar atento quando notar esses caroços e chamar um veterinário antes que a doença se espalhe para outras aves.

Salmonelose

Essa doença não é ruim apenas para as galinhas, mas sim também para os seres humanos, que podem pegar a doença caso tenham contato com uma ave doente. Assim como a bouba aviária, a Salmonelose também causa muitas mortes, mas ao contrário da bouba, essa doença é transmitida por uma bactéria. As principais ações para evitar o aparecimento dessa doença é deixar as aves em locais com boa higiene, e evitar animais doentes perto dos saudáveis.

Doença de N       ewcastle

Essa doença é transmissíveis de ave para ave e pode provocar alto índice de mortalidade, uma vez que as galinhas infectadas apresentam lesões no sistema respiratório, nervoso e digestivo, o que as impede de realizar funções básicas. Para evitar essa doença é necessário realizar vacinação nas aves, além de isolar as galinhas que apresentam sintomas. A doença de newcastle pode causa conjuntivite em seres humanos, por isso é necessário cuidado ao ter contato com uma ave doente.

Gripe aviária

Uma das doenças mais populares nas aves, a gripe aviária é causada por um vírus, o influenza h5n1. As aves são as hospedeiras do vírus da gripe aviária e podem transmitir a doença para diversos mamíferos, inclusive aos humanos. Animais novos antes de serem introduzidos em uma granja devem passar por um período de quarentena, que é quando se espera para ter certeza de que esse vírus não irá se manifestar e contaminar outros animais.

Bronquite infecciosa

Essa doença se manifesta em geral nas aves mais jovens, e causa muitas mortes, uma vez que ela prejudica o sistema respiratório das galinhas. Galinhas adultas que apresentam essa doença devem ser monitoradas, pois ela pode prejudicar a quantidade e qualidade dos ovos. Para prevenir a bronquite infecciosa é necessário vacinar as aves da granja.

As suas galinhas já tiveram alguma dessas doenças? Conte pra gente nos comentários!

 

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A suinocultura é um ramo muito popular, uma vez que esse setor  é o responsável por fornecer suínos para a produção de alimentos e derivados, e devido a sua importância é preciso que os suinocultores fiquem atentos a saúde dos porcos e se você ainda é novo nesse ramo e quer conhecer mais sobre as doenças mais comuns em porcos, nesse artigo mostramos a você.

Pneumonia

A pneumonia enzoótica é causada por uma bactéria e é altamente contagiosa, mas não causa muitas mortes entre o rebanho, que consegue conviver com ela, recebendo o tratamento adequado. Esse tipo de pneumonia é comum quando os porcos ficam em locais inadequados, e com higiene precária. O melhor a se fazer é vacinar o rebanho contra essa doença, uma vez que ela causa baixa na imunidade dos suínos, o que dá brechas para que outras doenças aconteçam nos porcos.

Peste Suína

A peste suína é uma doença contagiosa e que causa muitas mortes no rebanho, é causado por um vírus que deixa os animais com febre alta, diarreia durante muitos dias, vômitos, andar desregulado, machas azuis nas pele, entre outros sintomas. Para evitar a peste suína é necessário que o rebanho seja vacinado contra esse vírus.

Febre Aftosa

A febre aftosa pode acontecer nos porcos, porém não causa tantos danos, mas é necessário ficar atento, pois ela pode ser transmitida para bovinos, e assim causar prejuízos inclusive para os humanos que consumirem a carne de uma animal infectado. Por isso, se seu rebanho suíno possui febre aftosa, é preciso tomar cuidados para não transmitir. Os sintomas da febre aftosa são lesões na vesícula e na cavidade bucal dos suínos.

Rinite Atrófica

Essa doença é comum nos suínos, mas também possui uma alta taxa de transmissão no rebanho, uma vez que os porcos saudáveis tem contato direto com os os porcos contaminados.

Os porcos com rinite atrófica apresentam espirros, manchas escuras ao redor dos olhos, retardo no desenvolvimento, corrimentos nasais e atrofia nasais. Para evitar a rinite atrófica é necessário vacinar o rebanho e evitar que as baias fiquem muito cheias, e garantir que elas possuam higiene adequada.

Dicas para evitar doenças em porcos

Se você é um suinocultor é preciso tomar algumas medidas para que seu rebanho não adoeça e assim não prejudique os seus negócios, uma vez que animais doentes não podem ser comercializados na industria de alimentos e derivados. Por isso é preciso tomar algumas medidas como evitar superlotação das baias do suínos, ter a criação de porcos em terras férteis e com fácil escoamento na chuva. Locais como brejos, pântanos, muito úmidos não são recomendados, pois são propícios para produzirem focos de vermes, bactérias e outras enfermidades.

Além disso, animais que vem de outros rebanhos antes de serem introduzidos em um novo rebanho devem passam por um período de quarentena para que seja certificado que ele não possui enfermidades que possam ser transmitidas aos demais animais.

Por fim, a visita de um veterinário periodicamente é necessária para que ele avalie a saúde do rebanho com frequência.

 

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Muitos pais, quando os filhos pedem um animal de estimação, optam por um hamster no lugar de cães e gatos, por ser um animal de pequeno porte ele ocupa menos espaço e pode ser até mais fácil para cuidar, fazendo com que essa responsabilidade seja das crianças. Mas você sabe quanto custa ter  um hamster?

O que é um hamster?

O hamsters são um pequeno roedor com hábitos diurnos, eles possuem dentes de crescimento contínuo, e por isso sempre precisam de algo para “desgasta-los”. Eles são animais que comem de tudo que acham, mas se você quer criar um hamster deve alimenta-lo apenas com ração própria para ele, nada de restos de comida ou ração de outros animais. Possuem audição e olfato muito apurados, mas a sua visão é pouco desenvolvida. Nascem cegos e, quando adultos, não conseguem ver mais longe do que alguns centímetros em frente ao seu nariz. Isto faz com que um hamster não perceba quando um predador se aproxima. Por isso também não é recomendado que se use gaiolas altas com vários níveis, pois uma queda grande pode dar origem a ossos à morte do animal.

Benefícios de ter um Hamster

O hamster tem uma expectativa de vida curta, entre dois e três anos, mesmo assim existem vários motivos e benefícios em se ter uma hamster. Confira alguns:

  • O gasto mensal com um hamster é menor do que com outros animais, basicamente só se gasta com a serragem que fica na gaiola e com a ração própria para hamsters.
  • O Hamster não precisa da atenção a toda hora, como levar para passear, nem de banho. Você pode trocar comida e agua durante a noite.
  • O espaço que o hamster ocupa, é bem pequeno, dependendo da gaiola, ele pode ser colocado no quarto, sala, ou seja, não ocupa muito espaço, porém não é recomendado coloca-lo no quintal menos ou em lugares onde ele possa entrar em contato com animais silvestres ou não domésticos.
  • O hamster come pouco, bebe pouco, coloque uma boa roda na gaiola para que ele possa se exercitar, e compre alguns brinquedinhos de morder que não custam caro, pois ele precisar gastar os dentes.

Mas enfim, quanto custa ter um hamster?

Primeiramente você deve saber, que diferente de alguns animais que pode ser adotados, os hamster são vendidos, o preço varia entre R$ 5 e R$ 15 reais. A vida do hamster é curta, então é bom que compre um com poucas semanas de vida. Os hamsters devem ficar em gaiolas, a escolha é puramente pessoal, então você pode encontrar algumas mais simples, de R$ 25 reais, até mais elaboradas de R$ 150 reais.  Você pode comprar um bebedouro, que custa no máximo R$ 15 reais, ou usar alguma vasilha que você tenha em casa.  Algumas gaiolas já vêm com o bebedouro incluído no preço. Esses são os primeiros gastos com o hamster, a maioria das coisas citadas não precisaram ser substituídas em pouco tempo.

Agora alguns gastos que você terá com mais frequência, que dependerá de quantos hamsters você irá ter. A comida é uma mistura de sementes que custam em média R$ 6 reais o quilo.  E por fim, a serragem, que fica na gaiola do hamster, deve ser trocada mais vezes, porém um saco que dura entre 20 e 30 dias custa R$ 5 reais.

Se você tem vontade de ter um hamster, que tal conhecer também algumas raças desses bichinhos? Vamos falar das principais a seguir:

Hamster Chinês / Hamster Anão Russo

hamster

O hamster chinês (hamster anão russo) é a raça mais comum no Brasil, mesmo ele sendo originário dos desertos da China e Mongólia. A sua expectativa de vida é de 2 a 3 anos, e eles podem pesar até 75 gramas. Bem pequenos, não é?

Para identificar os animais dessa raça é bem simples, bastando observar a sua coloração. Os hamsters chineses geralmente possuem em listra de pelos mais escura.

Hamster Sírio

hamster sirio

O Hamster Sírio é um pouco diferente do Hamster Chinês graças ao seu tamanho. Isso porque eles podem chegar até 150 gramas, em média. Além disso, a cor dos seus pelos também é diferente, já que eles geralmente são apresentam pelos mais claros. Porém, alguns criadores também já relataram o nascimento de hamster sírios pretos, mas não é muito comum.

Hamster Panda

hamster panda

Como o próprio nome já indica, os hamster panda possui a coloração muito parecida com a de um urso panda, e por isso ele também é conhecido como hamster urso. Não é uma variação muito fácil de ser encontrada, e eles também possuem o tamanho um pouco maior que os hamsters chineses.

 

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